Informações Acadêmicas

Disciplinas da Escola de Medicina:

Nível II

Fundamentos Anatômicos II

Fundamentos Morfológicos II

Fundamentos da Relação Parasita-Hospedeiro II

Fundamentos Bioquímicos e Biofísicos II

Fundamentos Fisiológicos I

Nível IV

Bases da Terapêutica II

Patologia Aplicada

Propedêutica Médica I  Divisão de Leitos 2018  Roteiro do Exame Físico para um Paciente Adulto – Avaliação (atualizado)

Polígrafos – PROCEDIMENTOS DO EXAME FÍSICO DO ADULTO ROTEIRO DE ANAMNESE PEDIÁTRICA ROTEIRO PARA O REGISTRO DO EXAME FÍSICO ROTEIRO DE ANAMNESE PARA O PACIENTE ADULTO AS BASES DA ENTREVISTA Ética Médica 2018

Mente e Cérebro I

Imunologia Clínica

Saúde Coletiva I ATUALIZADO em 06/08/2018

Fundamentos em Imagem

Nível VI

Prática em Saúde do Adulto e do Idoso Emergências Dermatológicas  ATUALIZADO em 27/08/2018

Laboratório de Habilidades I

Fundamentos em Ginecologia e Obstetrícia ATUALIZADO em 21/08/2018

Fundamentos em Pediatria

Pesquisa Translacional

Seminários em Morfologia Aplicada II

Técnica Operatória

Trauma e Emergência ATUALIZADO em 13/09/2018

 

Nível VIII

Clínica Médica ATUALIZADO em 01/11/2018

Clínica Cirúrgica ATUALIZADO em 06/08/2018

Saúde da Mulher ATUALIZADO em 02/10/2018 Subdivisão das turmas 

Saúde da Criança e do Adolescente ATUALIZADO em 07/08/2018

Seminários Integradores II

Medicina Legal e Deontologia Médica ATUALIZADO em 02/08/2018

 

 

 

Regulamento de Atividades Complementares no Curso de Medicina

O Decano da Escola de Medicina da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, no uso de suas atribuições estatutárias e regimentais, e tendo presente a prévia aprovação pelo Colegiado em sessão de 22 de setembro de 2004, resolve consolidar as disposições sobre os procedimentos referentes às “Atividades Complementares” previstas no currículo do Curso de Medicina, como segue: Consideram-se “Atividades Complementares”, para os efeitos previstos pelas Diretrizes Curriculares do MEC e Resolução Normativa nº 01, de 18 de julho de 2002 PUCRS, relativamente ao Curso de Medicina, aquelas que, guardando relação de conteúdo e forma com atividades de cunho acadêmico, representem instrumentos válidos para o aprimoramento da formação básica e profissional e/ou de seu aperfeiçoamento pessoal em proveito da primeira.

SEÇÃO I – Dos objetivos

Art. 1º – As atividades complementares têm como objetivo incentivar o aluno a participar de experiências diversificadas que contribuam para sua formação humana, profissional e participação social.

SEÇÃO II – Da Comissão de Atividades Complementares

Art. 2º – A Comissão de Atividades Complementares (CAC) é o órgão responsável pela análise, julgamento, avaliação e validação das atividades complementares realizadas pelos alunos da Escola de Medicina.
Art. 3º – A comissão será composta por 2 docentes do curso de Medicina.
Art. 4º – Cada membro da CAC contará com 1 hora/aula semanal para exercer a atividade.
Art. 5º – Os membros da CAC serão indicados pelo Decanato da Escola de Medicina.
Art. 6º – O tempo de atuação dos membros da comissão será de um ano, podendo ser reconduzidos.

SEÇÃO III – Da realização e validação das Atividades Complementares

Art. 7º – Serão consideradas apenas as atividades que não fazem parte das disciplinas obrigatórias ou eletivas do currículo. Art. 8º – Todas as atividades consideradas como complementares devem ser obrigatoriamente comprovadas. Os documentos que comprovam a referida atividade devem ser encaminhados para a CAC, no semestre em que o aluno realizar a atividade.
Art. 9º – O aluno deverá acumular 120 (cento e vinte) horas, ao longo do curso, em 4 ou mais diferentes modalidades de atividades complementares reconhecidas pela CAC, conforme lista de atividades do Art. 12º. § Único – As atividades “reconhecidas pela CAC” estão em consonância com os projetos pedagógicos do curso de Medicina.
Art. 10° – As atividades complementares devem ser realizadas durante o período em que o aluno esteja regularmente matriculado no curso de graduação.
Art. 11° – O formulário necessário para a validação das atividades complementares está disponível em http://www.pucrs.br/medicina, que deverá ser preenchido, impresso e entregue na secretaria da EM em sua via original e uma cópia dos documentos do curso realizado.

SEÇÃO IV – Das modalidades de Atividades Complementares

Art. 12° – As atividades complementares, bem como o número de horas computadas, estão listadas e enumeradas abaixo. § 1º – Apresentação de trabalho (tema livre) em congresso, seminário, simpósio, salão de iniciação científica ou similar, local, regional, nacional e internacional. Horas de atividades complementares computadas pela CAC: cada apresentação equivale a 10 (dez) horas em eventos regionais ou nacionais, e 15 (quinze) para eventos internacionais. Caso o trabalho seja premiado, acrescentam-se mais 5 (cinco) horas.
§ 2º – Publicações de artigo científico completo (artigo efetivamente publicado ou com aceite final de publicação) em periódico especializado, com comissão editorial, sem a necessidade de ser o primeiro autor. Horas de atividades complementares computadas pela CAC: cada publicação equivale a 30 (trinta) horas.
§ 3º – Publicação de capítulo de livro (relacionado aos objetivos do curso). Horas de atividades complementares computadas pela CAC: Cada publicação equivale a 10 (dez) horas.
§ 4º – Participação, como membro efetivo, em eventos científicos: semana acadêmica (ou equivalente), seminário, jornada, fórum, congresso, encontro promovidos por instituições reconhecidas pela CAC. Horas de atividades complementares: eventos de até 20h, equivalem a 5h; eventos com mais de 20h equivalem a 10h.
§ 5º – Atuação como monitor em disciplinas do curso (mínimo de um semestre completo). Horas de atividades complementares computadas pela CAC: cada hora realizada de monitoria equivale a uma hora em atividade complementar.
§ 6º – Estágio sob supervisão não – obrigatório, realizado em instituições nacionais reconhecidas pela CAC. Horas de atividades complementares computadas pela CAC: cada hora realizada equivale a uma hora em atividade complementar.
§ 7º – Estágio sob supervisão, não – obrigatório, em instituições internacionais reconhecidas pela CAC. Horas de atividades complementares computadas pela CAC: cada hora realizada equivale a duas horas em atividade complementar.
§ 8º – Participação em atividade de extensão, reconhecida pela Pró-Reitoria de Extensão Universitária da PUCRS. Horas de atividades complementares computadas pela CAC: cada hora realizada equivale a uma hora em atividade complementar.
§ 9º – Participação em atividades comunitárias, reconhecidas pela Pró-Reitoria de Assuntos Comunitários da PUCRS. Horas de atividades complementares computadas pela CAC: cada hora realizada equivale a uma hora em atividade complementar.
§ 10° – Participação em pesquisa, com ou sem bolsa de iniciação científica, com pesquisador ou grupo de pesquisa em instituição reconhecida pela CAC. Horas de atividades complementares computadas pela CAC: 5 horas por mês de participação em pesquisa ou horas constantes no certificado.
§ 11° – Participação em comissões (organização de eventos), colegiados (Diretório Acadêmico, Comissão de Divulgação). Horas de atividades complementares computadas pela CAC: 5 (cinco) horas por semana de atuação.
§ 12° – Cursos de língua estrangeira Horas de atividades complementares computadas pela CAC: 5 (cinco) horas por semestre de atuação.
§ 13° – Casos específicos de atividades não contempladas na lista anterior serão avaliadas pela CAC.

Este regulamento entra em vigor após aprovação do Colegiado da Escola de Medicina.

PERÍODO PARA ENTREGA: ENCERRADO

PERÍODO PARA ENTREGA (FORMANDOS): 12/03/2018 à 16/11/2018

::: Formulário de Atividades Complementares :::

Contato:

Sec. Marcelo Pinto Feijó, fone (51) 3320-3015 (ramal 2254)

Sec. Luccas Persico, fone (51) 3320-3015 (ramal 2282)

  1. Frequência:

De acordo com a legislação em vigor, há limite de faltas aceito para cada disciplina em função de sua carga-horária, não devendo ser inferior a 75% das aulas dadas. Desta forma, solicitamos atenção quanto ao número de faltas tolerado, sob risco de não obter aprovação na disciplina.

Abono de faltas para casos especiais: na impossibilidade de atender a frequência mínima exigida em alguma das disciplinas, solicitamos ao aluno que entre em contato com a Secretaria do curso imediatamente.

– Por atestado médico: este deverá ser entregue na Secretaria para abono das faltas nos dias citados. Contudo, a apresentação de atestado médico abona somente as faltas do aluno, ficando a critério do professor a exigência de realização de prova ou elaboração de trabalho adicional e/ou qualquer outro tipo de atividade que tenha sido realizada nas aulas em que o aluno não compareceu. Ainda, provas não realizadas nas datas marcadas deverão observar o período de “prova substituição”, conforme programa de cada disciplina.

– Por participação em eventos (Congressos, Simpósios, etc.): o abono das faltas ficará a critério do professor responsável. No entanto, a apresentação do certificado de participação é condição para a análise do pedido.

– Atividades Extracurriculares: não serão abonadas faltas ou transferidas datas de provas em razão de colisões com a grade curricular da Escola de Medicina.

 

2. Justificativa de Falta:

Situações previstas em lei, que justificam ausência às aulas:

– Decreto-Lei 1.044/69 – dispõe sobre tratamento excepcional para os alunos portadores de afecções que indica.

– Lei 6.202/75 – amparo a gestação, parto ou puerpério.

– Decreto-Lei 715/69 – relativo à prestação do serviço militar.

– Lei 9.615/98 – participação do aluno em competições esportivas internacionais de cunho oficial representando o País.

– Lei 5.869/73 – convocação para audiência judicial.

– O Decreto-Lei 715/69 aplica-se somente sobre o serviço militar obrigatório, portanto não se aplica sobre profissionais de     carreira das Forças Armadas, Brigada Militar, etc.

– No Atestado Médico, além de conter o carimbo e a assinatura do médico, deve estar claro que o aluno esteve impossibilitado de comparecer à Faculdade por motivo de doença ou outra que exija afastamento superior a 15 dias ininterruptos de suas atividades. Atestado informando que o aluno somente esteve em consulta médica não justifica as faltas.

– Importante: Mesmo contemplando os itens descritos acima, não há abono de faltas. Como solicitar:

A entrega do requerimento deve ocorrer na Secretaria até cinco (5) dias úteis a contar da data final do afastamento, conforme documento comprobatório.

 

3. Ausência Autorizada:

O aluno pode afastar-se temporariamente da frequência às aulas e avaliações com base:

  • no Decreto-Lei 1.044/69 – dispõe sobre tratamento excepcional para alunos portadores de afecções que indica;
  • na Lei nº 6.202/75, que estende a realização de exercícios domiciliares às gestantes, a partir do 8º mês;
  • às mães adotivas em licença maternidade de acordo com a lei nº 10.412, de 15/04/2002, que alterou dispositivos da CLT, editando o art. 392-A, escalando períodos de licença de acordo com a idade da criança adotada;
  • e no Decreto-Lei 67.654/66, que regulamenta a Lei do Serviço Militar.

A Ausência Autorizada, uma vez concedida, aplica-se a todas as disciplinas às quais o aluno estiver vinculado. Nesses casos, a instituição deverá “atribuir a esses estudantes, como compensação da ausência às aulas, exercícios domiciliares com acompanhamento da escola, sempre que compatíveis com o seu estado de saúde e com as possibilidades do estabelecimento”. Durante o período de AA, não serão computadas faltas.

No entanto, ao final do semestre, se descontando o período de AA o aluno não foi frequente, será reprovado.

Como solicitar: 

A entrega do requerimento deve ocorrer na Secretaria até cinco (5) dias úteis a contar da data final do afastamento, conforme documento comprobatório.

No momento da solicitação o aluno receberá por e-mail o protocolo do pedido e, após, a análise do requerimento pelo Decano da Escola o aluno e os Professores relacionados no documento receberão as informações correspondentes à solicitação através do e-mail institucional (@pucrs.br).

 

4. Prova de Substituição (PS):

Entre Grau G1 e Grau G2: Será aplicada uma Prova de Substituição (PS), que inclui TODA matéria do semestre, entre o período de G1 e G2 para o aluno que não comparecer em alguma prova do G1 por algum dos seguintes motivos:

1- Atestado médico do dia da prova.

2- Falecimento de familiar de primeiro grau.

3- Certificado de apresentação de tema livre em evento (a simples participação no evento não se justifica).

 

5. Sistema de Avaliação:

– O aproveitamento escolar semestral do aluno em uma disciplina, denominado G1, é expresso por um grau de 0 (zero) a 10,0 (dez), com uma casa decimal (Art. 78 do Regimento Geral).

– Os graus são disponibilizados pelos professores no Sistema de Atas da PUCRS, podendo ser visualizados pelo aluno no endereço www.pucrs.br, em “Informações Acadêmico-administrativas do Aluno”.

 

6. Critérios de Registro do Aproveitamento

Grau G1: o aproveitamento escolar do aluno durante o semestre é registrado por um grau de (0) zero a (10) dez, com uma casa decimal, denominado G1.

Conforme regimento geral da PUCRS, o sistema de aprovação segue as seguintes normas:

Art. 79. – O aluno está aprovado na disciplina quando obtém grau G1 igual ou superior a 7,0 (sete) e frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) da carga horária total da disciplina.

Parágrafo Único – O resultado do grau G1 deve ser divulgado para os alunos no prazo de até 2 (dois) dias úteis após a última aula da disciplina, prevista no calendário escolar da Universidade.

Art. 80. – O aluno que não atender ao requisito de grau, estabelecido no caput do artigo anterior, pode realizar uma prova final, em época prevista no calendário escolar, atribuindo-se lhe o grau G2, desde que o grau G1 seja igual ou superior a 4,0 (quatro). § 1º – A prova final deve abranger o programa de ensino da disciplina no semestre. § 2º – Entre a data de divulgação do grau G1 de cada disciplina e a data de realização da prova final, correspondente ao grau G2, deve decorrer um intervalo mínimo de 3 (três) dias úteis. § 3º – Após a prova final, correspondente ao grau G2, prevista no calendário escolar, não pode ser realizada nenhuma outra prova. § 4º – Durante o período entre a data de divulgação do grau G1 e a data de realização da prova final, correspondente ao grau G2, os professores, em seus horários de atividade na Universidade, devem permanecer à disposição dos alunos para orientações.

Art. 81. – O aluno está aprovado na disciplina quando obtiver média aritmética simples igual ou superior a 5,0 (cinco) entre os graus G1 e G2 e cumprir o requisito de frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) da carga horária total da disciplina.

 

7. Outras informações relevantes

– É inadequado utilizar telefone celular durante as aulas. Assim, mantenha o seu aparelho desligado. Tal procedimento evita transtornos ao desenvolvimento da aula e caracteriza uma atitude de educação e respeito para com seus colegas e professores.

– Nos períodos de intervalo das aulas, pedimos que seja mantido o maior silêncio possível junto aos corredores, a fim de não prejudicar o andamento de outras aulas que estejam ocorrendo. Desta forma, serão evitados constrangimentos com professores e/ou alunos de outras turmas.

– Solicitações de recurso sobre questões de prova devem ser requeridas em até 5 (cinco) dias úteis após divulgação do gabarito.