Informações Acadêmicas

Prezados alunos:

Atendendo a Resolução N° 003/2020 da Reitoria PUCRS, que dispõe sobre a avaliação do aproveitamento das disciplinas na PUCRS durante o período de enfrentamento da situação de emergência de saúde pública, comunicamos que os critérios de avaliação e a forma do cálculo de G1 expressos no plano de ensino de algumas disciplinas tiveram que ser alterados. Tal resolução determina a aplicação de uma prova única, no final o semestre e com peso máximo de 60% do total do G1. Os planos de disciplina estão em revisão pelos professores para ajustes no cronograma e serão disponibilizados com a maior brevidade. Seguem as alterações para fins de cálculo do G1 em 2020/1:

NÍVEL I

·       Aproximação à prática médica: Sem alterações no plano de ensino

NÍVEL III

·       Patologia Básica: 60% PROVA ÚNICA E 40% TDE

·       Fundamentos em Pesquisa: Sem alterações no plano de ensino

NÍVEL V

·       Neuropsicobiologia do Desenvolvimento suas Patologias:  60% PROVA ÚNICA E 40% TDE

·       Propedêutica médica II: 40% PROVA UNICA + 30% Ambulatório de Medicina Interna + 30% Internação

·       Mente e cérebro II: 60% PROVA ÚNICA E 40% TDE

·       Saúde coletiva II: Prova 30% + Seminários 30% +Prática 30% + TDE 10%

·       Epidemiologia: 60% PROVA ÚNICA E 40% TDE

·       Seminários em Morfologia Aplicada I: 60% PROVA ÚNICA E 40% TDE

NÍVEL VII

·       Clínica Médica: 40% PROVA ÚNICA, 40% AVALIAÇÃO PRÁTICA E 20% BANCA

·       Clínica cirúrgica: 40% PROVA ÚNICA, 40% AVALIAÇÃO PRÁTICA E 20% BANCA

·       Saúde da mulher: 40% PROVA ÚNICA, 40% AVALIAÇÃO PRÁTICA E 20% TDE

·       Saúde da criança e do adolescente: 40% PROVA ÚNICA, 40% AVALIAÇÃO PRÁTICA E 20% TDE

·       Laboratório de habilidades II: Sem alterações no plano de ensino

·       Seminários integradores I: 60% PROVA ÚNICA E 40% TDE

Internatos: 40% PROVA ÚNICA, 40% AVALIAÇÃO PRÁTICA E 20% BANCA ORAL

Regulamento de Atividades Complementares no Curso de Medicina

 

O Decano da Escola de Medicina da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, no uso de suas atribuições estatutárias e regimentais, e tendo presente a prévia aprovação pelo Colegiado em sessão 002/2019 de 11 de março de 2019, resolve consolidar as disposições sobre os procedimentos referentes às “Atividades Complementares” previstas no currículo do Curso de Medicina, como segue:
Art. 1º – Consideram-se “Atividades Complementares”, para os efeitos previstos pelas Diretrizes Curriculares do MEC e Resolução Normativa nº 01, de 18 de julho de 2002 da PUCRS, relativamente ao Curso de Medicina, currículo 3/305, aquelas que, guardando relação de conteúdo e forma com atividades de cunho acadêmico, representem instrumentos válidos para o aprimoramento da formação básica e profissional e/ou de seu aperfeiçoamento pessoal em proveito da primeira.
Art. 2º – Compete a Comissão Coordenadora de curso de Graduação a análise, julgamento, avaliação e validação das atividades complementares realizadas pelos alunos da Escola de Medicina, conforme Artigo 35 do Estatuto e Regimento Geral da PUCRS.
Art. 3º – Serão consideradas apenas as atividades que não fazem parte das disciplinas obrigatórias ou eletivas do currículo.
Art. 4º – Todas as atividades consideradas como complementares devem ser obrigatoriamente comprovadas. Os documentos que comprovam a referida atividade devem ser encaminhados através do sistema Moodle, de forma eletrônica, dentro do semestre em que o aluno realizar a atividade.
Art. 5º – O aluno deverá acumular 120 (cento e vinte) horas, ao longo do curso, em 4 ou mais diferentes modalidades de atividades complementares.
Art. 6° – As atividades complementares devem ser realizadas durante o período em que o aluno esteja regularmente matriculado no curso de graduação.
Art. 7° – As Atividades Complementares, bem como o número de horas computadas, estão listadas e enumeradas no APÊNDICE I.
Art. 8° – Este regulamento entra em vigor a partir desta data, revogando-se as disposições em contrário.

APÊNDICE I – DETALHAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES

Para adicionar suas atividades clique aqui. 

 

Contato:

Sec. Marcelo Pinto Feijó, fone (51) 3320-3015 (ramal 3015)

Sec. Luccas Persico, fone (51) 3320-3829 (ramal 3838)

REGULAMENTO Nº 01/2019 Estabelece normas para a justificativa de faltas com e sem abono e para a concessão de regime de ausência autorizada aos alunos dos cursos de graduação da PUCRS.
O Pró-Reitor de Graduação e Educação Continuada da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, no uso de suas atribuições estatutárias e regimentais, em atenção à legislação vigente, RESOLVE:

Art. 1° – A frequência – de, no mínimo, 75%1 – às aulas, bem como em qualquer outra atividade acadêmica regular das disciplinas dos cursos de graduação de ensino presencial, é obrigatória para efeitos de aprovação.

Art. 2° – O abono de faltas somente será concedido ao estudante que apresentar justificativa com amparo nas seguintes situações previstas em lei:
I – matriculado em Órgão de Formação da Reserva que tenha faltado a suas atividades acadêmicas por força de exercício ou manobras;
lI – reservista que tenha sido chamado para fins de exercício de apresentação das reservas ou cerimônia cívica do Dia do Reservista;
IlI – participação em reuniões da CONAES (Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior), representando o corpo discente, em horário coincidente com as atividades acadêmicas;
IV – integrante de representação desportiva nacional;
V – intimação para comparecer à audiência judicial ou para prestar depoimento perante autoridade policial ou administrativa;
VI – ausência em prova ou aula marcada para dia em que, segundo os preceitos de sua religião, seja vedado o exercício de tais atividades, desde que tenha sido apresentado prévio e motivado requerimento.

 

§ 1º – Para efeito do abono, a justificativa da(s) falta(s) deverá ser apresentada à Comissão Coordenadora do Curso, em qualquer momento antes da sua ocorrência, ou então no prazo máximo de até 5 (cinco) dias úteis após a(s) falta(s).

§ 2º – O abono de falta faz com que, para fins de cálculo da frequência mínima, não seja incluído no cômputo, como ausência, o período em que o(a) estudante esteve ausente.

§ 3º – A recuperação de atividades de avaliação, tais como provas ou trabalhos, constantes nos cronogramas das disciplinas e ocorridas durante o período de falta(s) abonada(s), poderá ser oportunizada a critério da Comissão Coordenadora do Curso.

§ 4º – Situações não previstas neste Regulamento, mas contempladas em legislação específica que assegure o direito ao abono de falta, deverão receber o mesmo tratamento previsto neste artigo.

 

Art. 3° – A justificativa de faltas sem previsão legal para o abono, que tenha por finalidade exclusiva oportunizar a recuperação de atividades acadêmicas, poderá ser apresentada pelo(a) estudante(a) à Comissão Coordenadora do Curso, que a analisará e
decidirá a seu respeito.

 

§ 1° – A justificativa de que trata este artigo somente poderá ser apresentada à Comissão Coordenadora do Curso no prazo máximo de até 5 (cinco) dias úteis após a(s) falta(s).

§ 2° – A justificativa de faltas sem abono faz com que, para fins de cálculo da frequência mínima, seja incluído no cômputo, como ausência, o período em que o(a) estudante esteve ausente.

 

Art. 4° – Poderá solicitar o seu afastamento temporário, em regime de “Ausência Autorizada”, o(a) estudante impossibilitado(a) de frequentar as aulas ou atividades acadêmicas por prazo determinado, em razão das situações previstas no Decreto-Lei nº
57.654/66 (Regulamento da Lei do Serviço Militar), no Decreto-Lei nº 1.044/1969, na Lei nº 6.202/1975 (estudante gestante, a partir do 8° mês de gestação) e na Consolidação das Leis do Trabalho (mães adotivas em licença maternidade).

 

§ 1° – O requerimento deverá ser apresentado, em tempo hábil, à Comissão Coordenadora do Curso, a qual, após examinar e decidir sobre o pedido, poderá autorizar a ausência mediante a adoção de tratamento excepcional, solicitando a realização de exercícios domiciliares com acompanhamento acadêmico, sempre que compatíveis com o estado de saúde do(a) estudante e com as possibilidades da Escola.

§ 2° – Se o afastamento temporário se der em razão de alguma causa médica, o(a) estudante ou seu representante legal, mediante apresentação de procuração, deverá instruir o requerimento com atestado médico onde conste claramente o tempo de afastamento necessário para a sua recuperação, com a identificação do profissional de saúde emitente do atestado, sua especialidade e número de
registro no Conselho Regional da profissão.

§ 3° – O tempo de afastamento sob o regime de “Ausência Autorizada” não poderá exceder aquele recomendado no atestado médico.
§ 4° – O regime de “Ausência Autorizada” não se aplica às disciplinas práticas.
§ 5° – O regime de “Ausência Autorizada” aplica-se, com exceção das disciplinas práticas, a todas as atividades acadêmicas às quais o(a) estudante estiver vinculado(a), devendo o(a) mesmo(a) realizar os exercícios domiciliares compensatórios dessas atividades.
§ 6° – Durante o período em que o(a) estudante estiver afastado em regime de “Ausência Autorizada”, não lhe será exigida a frequência às aulas, devendo suas faltas serem abonadas.
§ 7° – O(A) estudante em regime de “Ausência Autorizada” deverá realizar as avaliações finais no semestre do seu afastamento, ou até o final do semestre subsequente; caso contrário, após esse período, as disciplinas nas quais estava matriculado(a) serão atualizadas no seu histórico escolar para a situação de “Reprovadas”. No caso específico de estudantes bolsistas Prouni e de estudantes que contrataram crédito educativo, o prazo para realização das provas é diferenciado e está condicionado aos períodos de atualização da situação da bolsa Prouni ou do aditamento do crédito educativo.
Art. 5° – Casos omissos deverão ser submetidos à Comissão Coordenadora do Curso ao qual o(a) estudante está vinculado(a).
Art. 6° – Este Regulamento entra em vigor em 22 de outubro de 2019 e revoga disposições anteriores que tratem da mesma matéria.

 

 

Porto Alegre, 22 de outubro de 2019.