Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul

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Curso de Engenharia de Controle e Automação

1. Dados do Curso
Curso: Engenharia de Controle e Automação Currículo Vigente: 4463
CARGA HORÁRIA 3910
CRÉDITOS 242
DURAÇÃO 10 semestres
TURNO tarde / noite
VAGAS Vagas 1° semestre 60
Vagas 2° semestre 60
DISCIPLINAS ELETIVAS: total de créditos no curso 120
ATIVIDADES COMPLEMENTARES: total de horas no curso 120
ESTÁGIO: Carga horária total do Estágio 190
ATOS LEGAIS DO CURSO
Ato de aprovação do currículo em vigor (PUCRS) Resolução nº 70 Data 09/11/2017
Ato do último reconhecimento do curso (MEC) Portaria nº 1.095 D.O.U 30/12/2015
Diretrizes Curriculares Nacionais vigentes Resolução CNE/CES nº 11 D.O.U 11/03/2002
2. Perfil do Egresso

De forma mais ampla, o perfil de formação do Engenheiro de Controle e Automação deve incluir a capacidade de trabalhar em grupo e/ou com equipes multidisciplinares. Ter profunda formação ético-profissional. Apresentar formação abrangente que o torne sensível às questões humanísticas, sociais, ambientais e religiosas. Ter capacidade de adaptação às mudanças e aos avanços tecnológicos. Apresentar formação compatível com as exigências do mercado gaúcho e nacional, sem perder de vista as características do desenvolvimento tecnológico e o fato de estarmos inseridos numa economia globalizada. Levando em consideração a flexibilidade necessária para atender domínios diversificados de aplicação e os valores institucionais, espera-se que os egressos dos cursos de Engenharia de Controle e Automação também tenham:

  1. conhecimento das questões profissionais, políticas e humanísticas, contempladas, respectivamente, em disciplinas que contém, em sua ementa, aspectos da conduta e no exercício profissional de Engenharia de Controle e Automação, mais especificamente na disciplina de Introdução à Engenharia; nas questões políticas e humanísticas, o acadêmico de Engenharia de Controle e Automação terá esta abordagem em disciplinas como Ética e Cidadania e Humanismo e Cultura Religiosa; sem contar que os alunos serão estimulados a desenvolverem na forma de aprendizagem ativa e de “Hands On”, através de disciplinas que envolvam projeto, ideias para solução de problemas e equipamentos, ou dispositivos de automação, para melhorar a qualidade de vida de pessoas com problemas de saúde associadas à mobilidade;
  2. compreensão do impacto da automação e tecnologias correlatas na sociedade no que concerne ao atendimento e à antecipação estratégica das necessidades da sociedade;
  3. visão crítica e criativa na identificação e resolução de problemas contribuindo para o desenvolvimento de sua área;
  4. capacidade de atuar de forma empreendedora, abrangente e cooperativa no atendimento às demandas sociais da região onde atua, do Brasil e do mundo;
  5. capacidade de utilizar racionalmente os recursos disponíveis de forma transdisciplinar, através das disciplinas de projeto de graduação; e/ou disciplinas de formação específica, promovendo integração entre elas, fazendo com que o discente use, através de projetos que podem ser iniciados em disciplinas oferecidas em semestres anteriores, criar dispositivos e, através de conhecimentos de disciplinas de semestres posteriores, avançar no projeto, criando a ideia de uma melhoria continua, integrando conhecimentos, como nas disciplinas de Projetos de Sistemas de Controle e Controle de Processos Lentos, por exemplo; e
  6. capacidade de atuar em um mundo globalizado do trabalho, buscando o domínio de idiomas estrangeiros, em particular o idioma inglês, através do oferecimento de disciplinas de idiomas presente na relação de disciplinas eletivas.

De forma mais específica, o perfil de formação do Engenheiro de Controle e Automação, deverá caracterizar-se pelos seguintes aspectos:

  • Análise e projeto de sistemas de automação nos setores industrial, comercial e de serviços; apresentando sólida formação básica, indispensável ao exercício profissional, aliada à capacidade para enfrentar e solucionar problemas desta área de conhecimento através da busca contínua por atualização e aperfeiçoamento.
  • Integração, concepção e instalação de unidades de produção automatizadas, dominando técnicas básicas de gerenciamento e administração de recursos utilizados na profissão.
  • Especificação de componentes e dispositivos para sistemas de automação e controle automático;
  • Especificação e desenvolvimento de software para sistemas de automação e controle automático;
  • Modernização, controle, otimização operacional e manutenção de unidades de produção automatizadas;
  • Formação de recursos humanos em indústrias e instituições de ensino;
  • Gestão de projetos e recursos humanos;
  • Avaliação de viabilidade econômica e ambiental;
  • Desenvolvimento e adaptação de tecnologias para automação industrial;
  • Pesquisa científica e tecnológica.
3. Forma de Acesso ao Curso

O acesso aos cursos de graduação da Universidade dá-se mediante processo seletivo, com fundamento no Regimento Geral da PUCRS, cabendo à Câmara de Graduação e Educação Continuada fixar as normas do referido processo.

Os candidatos aos cursos da PUCRS podem valer-se das seguintes modalidades de acesso: Concurso Vestibular, Vestibular Complementar, seleção pelo ENEM, transferência, ingresso mediante diploma de curso superior ou PROUNI. Existe, também, a possibilidade de ingresso como estudante-convênio, dentro do limite de vagas estabelecido no respectivo convênio. A mudança de curso por reopção do aluno pode ser concedida, na existência de vaga, pelo Decano da Escola a que está vinculado o curso pretendido.

O detalhamento das normas para o Concurso Vestibular é publicado por meio de edital, do qual se destacam os seguintes tópicos:

As inscrições ao Concurso Vestibular são oferecidas a candidatos que tenham concluído o ensino médio ou equivalente, ou a portadores de diploma de conclusão de curso superior oficial ou reconhecido.

O critério que orienta a seleção dos candidatos é a verificação de capacidades e habilidades intelectuais, nos níveis de conhecimento, compreensão, aplicação e análise. O Concurso Vestibular da PUCRS é constituído por uma prova de redação e por provas objetivas com questões de múltipla escolha, contemplando diferentes áreas do conhecimento.

O cálculo do desempenho do candidato leva em conta a pontuação obtida na redação, o número de acertos em cada uma das áreas avaliadas nas provas objetivas e um escore padronizado.

Devido à determinação expressa na Portaria MEC nº 391, de 7 de fevereiro de 2002, candidatos que obtiverem grau zero na redação estarão automaticamente eliminados do Concurso Vestibular. Assim sendo, o mínimo que o candidato deve obter para concorrer a uma vaga na Universidade é a nota 1.

Para cada candidato é calculada a média aritmética ponderada dos seus escores padronizados, considerando-se, para isso, os pesos indicados em tabela constante no Manual do Candidato, que variam de acordo com o curso escolhido. A classificação, visando ao preenchimento das vagas de um curso, é baseada na ordem decrescente das médias obtidas pelos candidatos. Se ocorrer algum empate e não houver possibilidade de aproveitar todos os envolvidos, o desempate será efetuado mediante o emprego da média harmônica dos escores padronizados.

Encerrado o prazo estabelecido para as matrículas de 1ª chamada do Concurso Vestibular e constatado o não comparecimento de candidatos classificados, serão chamados outros candidatos relacionados em lista de espera condicionada às vagas existentes, levando-se em conta os mesmos critérios de classificação já expressos.

No caso de existência de vagas remanescentes após concluído todo o processo de matrículas relativo ao Concurso Vestibular, será realizado Vestibular Complementar, independente, constituído de prova única de redação.

A seleção pelo ENEM é feita de forma concomitante com os processos de vestibular e vestibular complementar. As vagas totais oferecidas são assim distribuídas:

  1. Vestibular de Inverno: 50% das vagas são destinadas ao vestibular e 50% são destinadas para o ingresso pelo ENEM.
  2. Vestibular de Verão:
    a) Para cursos de Medicina e Odontologia: 95% das vagas são destinadas ao vestibular e 5% são destinadas para o ingresso pelo ENEM.
    b) Para os demais cursos: 80% das vagas são destinadas ao vestibular e 20% são destinadas para o ingresso pelo ENEM.

O preenchimento das vagas referente ao Programa Universidade para Todos (PROUNI), instituído pela Lei nº 11.096/2005, é feito com base na classificação do ENEM, fornecida pelo Ministério da Educação.

4. Sistema de avaliação do processo de ensino e aprendizagem

De acordo com o Regimento Geral da PUCRS, o sistema de avaliação define-se conforme extrato dos artigos descritos abaixo:

Art. 77. A avaliação do aproveitamento é processo contínuo, cumulativo e de compreensão da trajetória do aluno na construção de seu aprendizado.
§ 1º Os resultados das avaliações constituem elemento integrante e integrador do planejamento de ensino e da validação dos procedimentos, instrumentos e critérios estabelecidos.
§ 2º Os critérios de avaliação expressam a qualidade das aprendizagens pretendidas pela proposta didático-pedagógica.

Art. 78. O aproveitamento escolar semestral do aluno em uma disciplina, denominado G1, é expresso por um grau de 0 (zero) a 10,0 (dez), com uma casa decimal.
§ 1º A forma de obtenção do grau G1 é definida no Projeto Pedagógico do Curso e no plano de ensino de cada disciplina.
§ 2º O grau G1 é expressão da aprendizagem obtida por meio de instrumentos e procedimentos como um conjunto de verificações, exercícios, trabalhos teórico-práticos, projetos e/ou atividades, relatórios, de acordo com as peculiaridades da disciplina.
§ 3º O docente responsável pela disciplina deve apresentar aos alunos, no primeiro dia de atividades letivas de cada semestre, os critérios e as modalidades de instrumentos de
avaliação e a forma de cálculo para obtenção do grau G1, juntamente com o cronograma da disciplina.
§ 4º Os critérios de avaliação e a forma de cálculo de obtenção do grau G1 não podem ser alterados durante o semestre.

5. Estágio Curricular

Normas/Legislação da Disciplina de Estágio Supervisionado (190 h) 

Capítulo I
Da conceituação

Art. 1º Entende-se por estágio, as atividades de aprendizagem social, profissional e cultural proporcionando ao estudante pela participação em situações reais da vida e trabalho em seu meio, sendo realizado junto a empresas públicas ou privadas que desenvolvem atividades na Área de Engenharia Elétrica.

Art. 2º A disciplina Estágio Profissional é obrigatória, fazendo parte do currículo mínimo do Curso, disposta pela Lei 11.788/2008.

Art. 3º O Estágio Curricular, como procedimento didático-pedagógico, é atividade de competência da Universidade a quem cabe discussão sobre a matéria.

Capítulo II
Dos campos de estágio

Art. 4º Serão considerados campos de estágio as empresas públicas ou privadas, que apresentam características de atuação relacionadas ao campo profissional da Engenharia.

Art. 5º A obtenção de estágio é de iniciativa do aluno e de inteira responsabilidade do mesmo.

Art. 6º São requisitos para aceitação de campos de Estágio as entidades:

  1. de reconhecido nível técnico e infraestrutura, em termos de recursos humanos e materiais, que ofereça efetivas condições de treinamento em serviço;
  2. que aceitem as exigências de supervisão e avaliação do estagiário.

Capítulo III
Da estrutura administrativa

Art. 7º A coordenação geral das atividades de estágio profissional será exercida por um professor designado pela Escola Politécnica

Art. 8º Entende-se por supervisão a atividade exercida pelo responsável da empresa que acompanhará diretamente o trabalho desenvolvido pelo estagiário no Campo de Estágio.

Parágrafo Único. O supervisor deverá ser engenheiro, ou técnico de nível superior que desenvolva atividade compatível com o curso de Engenharia de Controle e Automação.

Capítulo IV
Da programação do estágio

Art. 9º O estagiário elaborará seu plano de estágio, em modelo apropriado, que será encaminhado ao coordenador das atividades de estágio para análise e aprovação.

Parágrafo Único. Nesse plano constarão os elementos necessários para caracterizar perfeitamente o tipo de estágio, objetivo, sistemática de atuação e vinculação com a atividade profissional de Engenharia de Controle e Automação.

Art. 10. Poderão se matricular na disciplina Estágio Supervisionado os alunos que já completaram 96 créditos, e estar realizando o estágio em empresa conforme descrito no Capítulo II – Os Campos de Estágio

Art. 11. O professor coordenador da disciplina de Estágio Supervisionado manterá contato com o engenheiro supervisor para verificar o real desempenho do estagiário no campo de Estágio.

Capítulo V
Do relatório de estágio

Art. 12. O relatório de estágio profissional constará da descrição de todas as atividades desenvolvidas no campo de Estágio.

Art. 13. O aluno deverá descrever as atividades desenvolvidas no campo de estágio, atendendo a aspectos fundamentais como:

  1. Descrição detalhada da empresa ou órgão do estágio;

2. Organograma funcional e/ou estrutura administrativa;

3. Ramo de atividade da empresa;

4. Tipos de trabalho de que o aluno participou e locais onde estagiou;

5. Vistorias ou fiscalizações efetuadas;

6.Projetos desenvolvidos;

7. Críticas técnicas e administrativas para melhoria da empresa;

8. Sugestões apresentadas em serviços, projetos, obras, fabricações, especificações técnicas, etc.;

9. Outros aspectos que o aluno julgar importante acrescentar.

6. Curriculo Completo
Nome da Disciplina
Carga Horária
Nível
Cálculo I
60
1

Disciplina em implantação

Desenho Técnico
60
1

Disciplina em implantação

Física Geral e Experimental I
90
1

Disciplina em implantação

Introdução a Engenharia Elétrica/ Controle
30
1

Disciplina em implantação

Química Geral
60
1

Disciplina em implantação

Circuitos Lógicos I
60
2

Disciplina em implantação

Cálculo II
60
2

Disciplina em implantação

Física Geral e Experimental II
90
2

Disciplina em implantação

Integração Hardware/ Software I
60
2

Disciplina em implantação

Laboratório de Circuitos Lógicos I
30
2

Disciplina em implantação

Álgebra Linear e Geometria Analítica
60
2

Disciplina em implantação

Circuitos Logicos II
60
3

Disciplina em implantação

Cálculo III
60
3

Disciplina em implantação

Física Geral e Experimental III
90
3

Disciplina em implantação

Integração Hardware/ Software II
60
3

Disciplina em implantação

Laboratório de Circuitos Lógicos II
30
3

Disciplina em implantação

Probabilidade e Estatística
60
3

Disciplina em implantação

Análise de Circuitos I
60
4

Disciplina em implantação

Cálculo IV
60
4

Disciplina em implantação

Fenomenos de Transportes
30
4

Disciplina em implantação

Integração Hardware/Software III
60
4

Disciplina em implantação

Laboratorio de Circuitos I
30
4

Disciplina em implantação

Matemática Aplicada
60
4

Disciplina em implantação

Materiais Elétricos
30
4

Disciplina em implantação

Mecanica dos Solidos
30
4

Disciplina em implantação

Análise de Circuitos II
60
5

Disciplina em implantação

Automação Industrial Clássica
60
5

Disciplina em implantação

Introducao A Dispositivos Eletronicos
60
5

Disciplina em implantação

Laboratorio de Circuitos II
30
5

Disciplina em implantação

Laboratorio de Dispositivos Eletronicos
30
5

Disciplina em implantação

Sinais e Sistemas
60
5

Disciplina em implantação

Sistemas Hidráulico - Pneumáticos
60
5

Disciplina em implantação

Análise de Sistemas de Controle
60
6

Disciplina em implantação

Humanismo e Cultura Religiosa
60
6

Disciplina em implantação

Laboratório de Controle
30
6

Disciplina em implantação

Laboratório de Processadores I
30
6

Disciplina em implantação

Modelagem e Identificação de Sistemas Dinâmicos
60
6

Disciplina em implantação

Processadores I
60
6

Disciplina em implantação

Processamento Digital de Sinais
60
6

Disciplina em implantação

Disciplinas Eletivas
120
7

Disciplina em implantação

Eletrônica Analógica
60
7

Disciplina em implantação

Engenharia Ambiental I
30
7

Disciplina em implantação

Instrumentação e Aquisição de Sinais
60
7

Disciplina em implantação

Laboratorio de Dsp
30
7

Disciplina em implantação

Laboratório de Eletrônica Analógica
30
7

Disciplina em implantação

Projeto de Sistemas de Controle
60
7

Disciplina em implantação

Redes e Protocolos Industriais
30
7

Disciplina em implantação

Automação de Proteção e Monitoramento
60
8

Disciplina em implantação

Controle de Processos Lentos
60
8

Disciplina em implantação

Eletrônica de Potência
60
8

Disciplina em implantação

Engenharia e Segurança do Trabalho
30
8

Disciplina em implantação

Estágio Supervisionado - Eca (190 Hrs)
190
8

Disciplina em implantação

Laboratório de Eletrônica de Potência
30
8

Disciplina em implantação

Sistemas Embarcados I
60
8

Disciplina em implantação

Sistemas de Controle Digital
60
8

Disciplina em implantação

Acionamento e Controle de Máquinas
60
9

Disciplina em implantação

Métodos de Controle Ótimo
60
9

Disciplina em implantação

Programação de Robos
30
9

Disciplina em implantação

Projeto de Graduação I Eca
30
9

Disciplina em implantação

Projetos Elétricos Residenciais e Comerciais
60
9

Disciplina em implantação

Projetos para Tecnologias Móveis
30
9

Disciplina em implantação

Sistemas Digitais de Controle e Supervisão
60
9

Disciplina em implantação

Sistemas Embarcados II
30
9

Disciplina em implantação

Atividades Complementares (120 Horas)
120
10

Disciplina em implantação

Conversão de Energia I
60
10

Disciplina em implantação

Engenharia Econômica
30
10

Disciplina em implantação

Introdução Ao Controle Avançado
60
10

Disciplina em implantação

Projeto de Graduação II Eca
30
10

Disciplina em implantação

Sistemas Robotizados
30
10

Disciplina em implantação

Sistemas de Execução de Manufatura (M. E. S)
60
10

Disciplina em implantação

Sistemas de Planejamento e Custos para Engenharia
30
10

Disciplina em implantação

Ética e Cidadania
60
10

Disciplina em implantação

Dados atualizados até 23/09/2020