Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul

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Curso de Educação Física Bacharelado

1. Dados do Curso
Curso: Educação Física Bacharelado Currículo Vigente: 3702 (Manhã)/ 3703 (Noite)
CARGA HORÁRIA 3200
CRÉDITOS 186
DURAÇÃO 8 semestres
TURNO manha / noite
VAGAS Vagas 1° semestre 60 (Bacharelado/ Licenciatura)
Vagas 2° semestre 60 (Bacharelado/ Licenciatura)
DISCIPLINAS ELETIVAS: total de carga horária no curso 180
ATIVIDADES COMPLEMENTARES: total de horas no curso 120
ESTÁGIO: Carga horária total do Estágio 320
ATOS LEGAIS DO CURSO
Ato de aprovação do currículo em vigor (PUCRS) Resolução nº 18 Data 26/06/2014
Ato do último reconhecimento do curso (MEC) Portaria nº 822 D.O.U 02/01/2015
Diretrizes Curriculares Nacionais vigentes Resolução CNE/CES nº 7 D.O.U 04/10/2007
2. Perfil do Egresso

O perfil do egresso do curso de Bacharelado em Educação Física da PUCRS toma como referência a Missão e o Marco Referencial da Universidade, bem como as orientações da Resolução CNE/CES nº 7 de 31 de março de 2004, Parecer CNE/CES nº 142 de 14 de junho de 2007 e Resolução CNE/CES nº 4 de 6 de abril de 2009.

O Curso de Bacharelado em Educação Física desta Instituição de Ensino visa habilitar profissionais com formação humanista, técnica e crítica, capazes de interagirem com competência nos diferentes espaços do ambiente não-escolar, fundamentado no espírito científico, associado ao contexto sócio-histórico-cultural e educacional do país, e na conduta ética, em prol de uma sociedade mais democrática.

O aluno deve ao final do Curso estar qualificado para analisar criticamente a realidade social, para nela intervir acadêmica e profissionalmente por meio das diferentes manifestações da cultura corporal de movimento, visando à formação das pessoas, com o objetivo de aumentar as possibilidades de adoção de um estilo de vida fisicamente ativo e saudável, além de ser capaz de agir de forma coletiva e cooperativa fundamentada na análise e no desenvolvimento de práticas interdisciplinares.

Durante sua formação, os acadêmicos dos Cursos de Educação Física deverão demonstrar competência técnica, científica, pedagógica e pessoal como consta nos objetivos, assim como, as respectivas habilidades para que o ensino seja sistematizado, respeitando a pluralidade contextual da realidade, levando em consideração fundamentalmente, a justiça, a igualdade, o respeito e a responsabilidade em relação aos direitos e deveres dos cidadãos, bem como o desenvolvimento de competências referentes ao domínio do conhecimento pedagógico.

Também o profissional de Educação Física deverá ser dinâmico, atualizado e competente no seu fazer pedagógico, a fim de cumprir a sua função como educador e promotor de atividades físicas, recreativas, de lazer, esportivas, de recuperação e de manutenção da saúde.

3. Forma de Acesso ao Curso

FORMA DE ACESSO AO CURSO

O acesso aos cursos de graduação da Universidade dá-se mediante processo seletivo, com fundamento no Regimento Geral da PUCRS, cabendo à Câmara de Graduação e Pós-Graduação fixar as normas do referido processo.

Os candidatos aos cursos da PUCRS podem valer-se das seguintes modalidades de acesso: Concurso Vestibular, Vestibular Complementar, transferência, ingresso mediante diploma de curso superior ou PROUNI. Existe, também, a possibilidade de ingresso como estudante-convênio, dentro do limite de vagas estabelecido no respectivo convênio. A mudança de curso por reopção do aluno pode ser concedida, na existência de vaga, pelo Diretor da Faculdade a que está vinculado o curso pretendido.

O detalhamento das normas para o Concurso Vestibular é publicado por meio de edital, do qual se destacam os seguintes tópicos:

As inscrições ao Concurso Vestibular são oferecidas a candidatos que tenham concluído o ensino médio ou equivalente, ou a portadores de diploma de conclusão de curso superior oficial ou reconhecido.

O critério que orienta a seleção dos candidatos é a verificação de capacidades e habilidades intelectuais, nos níveis de conhecimento, compreensão, aplicação e análise. A prova de Língua Portuguesa consta de questões objetivas e de uma questão de redação. As demais provas são objetivas, com questões de múltipla escolha sobre conteúdos específicos. Todas as provas visam verificar as capacidades e habilidades intelectuais do candidato, sendo que, a cada candidato, numa dada disciplina, corresponde um escore bruto e um escore padronizado.

Devido à determinação expressa na Portaria MEC nº 391, de 7 de fevereiro de 2002, candidatos que obtiverem grau zero na redação estarão automaticamente eliminados do Concurso Vestibular. Assim sendo, o mínimo que o candidato deve obter para concorrer a uma vaga na Universidade é a nota 1.

Para cada candidato é calculada a média aritmética ponderada dos seus escores padronizados, considerando-se, para isso, os pesos indicados em tabela constante no Manual do Candidato, que variam de acordo com o curso escolhido. A classificação, visando ao preenchimento das vagas de um curso, é baseada na ordem decrescente das médias obtidas pelos candidatos. Se ocorrer algum empate e não houver possibilidade de aproveitar todos os envolvidos, o desempate será efetuado mediante o emprego da média harmônica dos escores padronizados.

Encerrado o prazo estabelecido para as matrículas de 1ª chamada do Concurso Vestibular e constatado o não comparecimento de candidatos classificados, serão chamados outros candidatos relacionados em lista de espera condicionada às vagas existentes, levando-se em conta os mesmos critérios de classificação já expressos.

No caso de existência de vagas remanescentes após concluído todo o processo de matrículas relativo ao Concurso Vestibular, será realizado Vestibular Complementar, independente, constituído de prova única de redação.

O preenchimento das vagas referente ao Programa Universidade para Todos (PROUNI), instituído pela Lei nº 11.096/2005, é feito com base na classificação do ENEM, fornecida pelo Ministério da Educação.

4. Sistema de avaliação do processo de ensino e aprendizagem

De acordo com o Regimento Geral da PUCRS, o sistema de avaliação define-se conforme extrato do artigo descrito abaixo:

Art. 68.  O aproveitamento escolar do aluno em uma disciplina, no semestre, é expresso por um grau de 0 (zero) a 10,0 (dez), com uma casa decimal, denominado G1.
§ 1o  A forma de obtenção do grau G1 é definida no projeto pedagógico do curso e no plano de ensino de cada disciplina.
§ 2o  O grau G1 é expressão da aprendizagem obtida por meio de instrumentos e procedimentos como um conjunto de verificações, exercícios, trabalhos teórico-práticos, projetos e/ou atividades, relatórios, de acordo com as peculiaridades da disciplina.
§ 3o  O docente responsável pela disciplina deve apresentar aos alunos, no primeiro dia de atividades letivas de cada semestre, os critérios e as modalidades de instrumentos de avaliação e a forma de cálculo para obtenção do grau G1, juntamente com o cronograma da disciplina.
§ 4o  Os critérios de avaliação e a forma de cálculo de obtenção do grau G1 não podem ser alterados durante o semestre.

5. Estágio Curricular

NORMA Nº 002/2010
O Diretor da Faculdade de Educação Física e Ciências do Desporto, no uso das prerrogativas que lhe são conferidas pelo Regimento Geral da Universidade, considerando a decisão do Colegiado da Unidade Acadêmica, DETERMINA a seguinte Norma referente ao ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA – BACHARELADO
O Estágio Supervisionado, realizado através das seguintes disciplinas: Estágio em Treinamento e Formação Esportiva e Estágio em Saúde, deve seguir as seguintes orientações:

CAPÍTULO I
DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

Art. 1o Este documento disciplina as atividades do Estágio Curricular Supervisionado, conforme previsto no artigo 65, da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional n.º 9394/96, a ser desen-volvido durante os últimos semestres letivos do Curso de Educação Física – Bacharelado.
Art. 2o O Estágio Curricular Supervisionado é obrigatório e consta de atividades exercidas em situações reais de trabalho, em ambientes definidos pelos professores responsáveis pelas discipli-nas e coordenações dos cursos e conveniados junto à Universidade
Art. 3o As especificidades de cada estágio serão de responsabilidade da equipe de professo-res supervisores, devendo ser apresentadas aos alunos na primeira semana de aula.

CAPÍTULO II
DOS OBJETIVOS E DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Art. 4o As atividades de Estágio devem ter por objetivos:
§ 1o Possibilitar a vivência da prática profissional.
§ 2o Organizar a ação profissional através da elaboração de plano de trabalho alinhado as normativas do local de estágio, tendo em vista o desenvolvimento humano, bem como as caracte-rísticas culturais, econômicas e social dos alunos.
§ 3o Sistematizar a prática docente, de forma reflexiva, através da elaboração de planos de aula e relatórios.
§ 4o Realizar pesquisa de campo com levantamento de dados relativos a uma problemática a ser investigada durante a prática do estágio.
Art. 5o As orientações e o conteúdo programático das atividades do estágio curricular serão defi-nidos, semestralmente, pelos professores responsáveis pelas disciplinas de estágio.

CAPÍTULO III
DOS RESPONSÁVEIS PELO ESTÁGIO

Art. 6o São responsáveis pelo planejamento, organização, realização e avaliação das disciplinas de Estágio:
I – Professor responsável pela disciplina;
II – Coordenação do Curso.
Art. 7o À Faculdade compete:
§ 1o Oferecer a disciplina nos períodos regulares de matrícula, observando a semestralidade e os pré-requisitos;
§ 2o Firmar convênios com as instituições onde os estagiários realizarão suas práticas de estágio.
Art. 8o Ao professor da disciplina compete:
§ 1o Estabelecer contato com instituições parceiras para verificação do número de vagas previstas para o semestre;
§ 2o Planejar e orientar os alunos sobre os procedimentos necessários para o desenvolvi-mento das atividades de estágio nos períodos previstos para aulas teóricas na Universidade;
§ 3o Dinamizar todas as etapas do estágio, observando o desempenho do estagiário durante a prática e ao final desta;
§ 4o Propor medidas destinadas à melhoria da qualidade do processo dos estágios;
§ 5o Zelar pelo cumprimento da ética e da legislação profissional;
§ 6o Acompanhar o aluno-estagiário, através de visitas in loco nos locais de prática de está-gio.
§ 7o Assinar a carta de apresentação e o Termo de Compromisso de Estágio (TCE) para to-dos os alunos matriculados na disciplina.

CAPÍTULO IV
DOS ESTAGIÁRIOS

Art. 10. São considerados estagiários, para os efeitos deste regulamento, todos os alunos do curso matriculados nas disciplinas de Estágio em Treinamento e Formação Esportiva e Estágio em Saúde.
Art. 11. Cabe ao estagiário:
§ 1o Entrar em contato com a instituição onde vai estagiar para conhecer a realidade profis-sional e acertar o cronograma de atividades;
§ 2o Formalizar a atividade de estágio junto à instituição, através da entrega da carta de apresentação e assinatura do Termo de Compromisso de Estágio (TCE) bem como a finalização, através da assinatura do Termo de Rescisão de Estágio (TRE);
§ 3o Encaminhar ao professor supervisor o cronograma das atividades;
§ 4o Cumprir com todas as exigências da disciplina no que concerne ao plano de ação;
§ 5o Cumprir com as normas estabelecidas pela instituição onde será realizado o estágio e pelo professor da disciplina;
§ 6o Comprometer-se com o cumprimento de carga horária e a realização de todas as eta-pas programadas para o estágio;
§ 7o Recuperar os dias de licença, se, eventualmente, ausentar-se por motivos de saúde – lei 1044/69;
§ 8o Elaborar relato reflexivo-crítico sobre as experiências vivenciadas, descrevendo todas as atividades docentes e de pesquisa realizadas no Estágio;
§ 9o Apresentar na disciplina de Estágio em Saúde, no formato de pôster em seminário públi-co, a síntese da pesquisa realizada durante o estágio;
§ 10. Comprometer-se com o cumprimento do cronograma de atividades previstas pela ins-tituição, mesmo que este não coincida com o cronograma da disciplina de estágio.

CAPÍTULO V
DOS LOCAIS DE ESTÁGIO

Art. 12. O Estágio deverá ser realizado em espaço institucional devidamente regularizado e que tenha firmado o Convênio de Estágio Obrigatório com a Universidade;
Art. 13. Cabe às instituições conveniadas a definição do responsável pela supervisão local.
Art. 14. O supervisor local deve:
§ 1o Facilitar a ação do estagiário tendo em vista a execução de projetos interdisciplinares;
§ 2o Comunicar ao professor da disciplina de Estágio os problemas de freqüência, ética e postura profissional que estejam interferindo nas atividades;
§ 3o Manter contato permanente e sistemático com o professor da disciplina de estágio ten-do em vista o acompanhamento e a orientação;
§ 4o Emitir parecer final sobre a atuação do estagiário;
§ 5o Assinar o TCE encaminhado pelo aluno no início do estágio comprometendo-se com to-das as cláusulas ali constantes;
§ 6o Assinar o TRE encaminhado pelo aluno ao final do estágio;

CAPÍTULO VI
DA AVALIAÇÃO

Art. 15. A avaliação do Estágio deverá ser um processo contínuo, levando em consideração o comprometimento à postura profissional.
Art. 16. Para a aprovação no Estágio os alunos deverão:
§ 1o Obter nota mínima de cinco, não havendo G2.
§ 2o Cumprir com a carga horária estabelecida para a disciplina;
Art. 17. Na avaliação do desempenho acadêmico serão considerados e analisados os seguintes itens:
§ 1o Cumprimento das normas de Estágio estabelecidas pela Faculdade de Educação Física e Ciências do Desporto;
§ 2o Cumprimento das normas estabelecidas pelas escolas onde serão realizados os Está-gios (assiduidade, pontualidade, comprometimento, postura, participação em eventos entre ou-tras);
§ 3o Planejamento das atividades a serem desenvolvidas durante o estágio;
§ 4o Acompanhamento e verificação do professor em relação ao planejamento, desenvol-vimento da ação pedagógica e reflexão do aluno frente às atividades de Estágio;
§ 5o Apreciação crítico-reflexiva do aluno sobre o Estágio, apresentado em formato de artigo.
§ 6oApresentação do pôster com a síntese do artigo em seminário público no Estágio em Sa-úde.

CAPÍTULO VII
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 19. Os casos omissos e as interpretações deste regulamento devem ser resolvidos, mediante encaminhamento de recurso pela parte interessada para o Colegiado da Unidade.
Art. 20. Este documento entra em vigor a partir desta data.

Porto Alegre, 12 de julho de 2010.
Prof. Dr. Luciano Castro
Diretor

6. Curriculo Completo
Nome da Disciplina
Carga Horária
Nível
Anatomia Humana
60
1

Disciplina em implantação

Atividades Rítmicas e Expressivas
30
1

Disciplina em implantação

Atletismo
60
1

Disciplina em implantação

Desenvolvimento Motor
30
1

Disciplina em implantação

Formação Pessoal
30
1

Disciplina em implantação

Fundamentos de Biofísica
30
1

Disciplina em implantação

Fundamentos de Ginástica
30
1

Disciplina em implantação

Iniciação e Formação Esportiva
30
1

Disciplina em implantação

Biologia Celular e Tecidual
30
2

Disciplina em implantação

Cinesiologia
60
2

Disciplina em implantação

Fisiologia Humana
90
2

Disciplina em implantação

Fundamentos de Bioquímica
30
2

Disciplina em implantação

Futebol
60
2

Disciplina em implantação

Lutas
30
2

Disciplina em implantação

Aprendizagem Motora
30
3

Disciplina em implantação

Atividade Física e Adaptação Funcional
60
3

Disciplina em implantação

Est. Olímpicos e História da Ed. Física
30
3

Disciplina em implantação

Futsal
60
3

Disciplina em implantação

Lazer e Recreação
30
3

Disciplina em implantação

Primeiros Socorros
30
3

Disciplina em implantação

Voleibol
60
3

Disciplina em implantação

Atividade Física, Saúde e Sociedade
30
4

Disciplina em implantação

Basquetebol
60
4

Disciplina em implantação

Conhecimento e Interv. em Ed. Física
30
4

Disciplina em implantação

Filosofia e Bioética
60
4

Disciplina em implantação

Ginásticas
30
4

Disciplina em implantação

Medidas e Avaliac. em Educ. Fís. e Desporto
60
4

Disciplina em implantação

Teoria do Treinamento Físico
60
4

Disciplina em implantação

Dança
60
5

Disciplina em implantação

Didática
60
5

Disciplina em implantação

Disciplinas Eletivas
180
5

Disciplina em implantação

Fundamentos da Biomecânica
30
5

Disciplina em implantação

Handebol
60
5

Disciplina em implantação

Humanismo e Cultura Religiosa
60
5

Disciplina em implantação

Musculação (75H)
75
5

Disciplina em implantação

Atividade Física para Pnees
60
6

Disciplina em implantação

Biomecânica Aplicada (45 H)
45
6

Disciplina em implantação

Epidemiologia e Ppromoção da Saúde em Educação Física (45 H)
45
6

Disciplina em implantação

Fundamentos da Psicomotricidade
30
6

Disciplina em implantação

Jogos Cooperativos e Cultura da Paz
30
6

Disciplina em implantação

Natação
60
6

Disciplina em implantação

Organ. de Eventos em Educação Física
30
6

Disciplina em implantação

Trabalho Integrado em Saúde
30
6

Disciplina em implantação

Atividade Física e Comportamento
30
7

Disciplina em implantação

Atividade Física na Empresa (40h)
40
7

Disciplina em implantação

Atividade Física na Natureza
30
7

Disciplina em implantação

Atividades Aquáticas (45 H)
45
7

Disciplina em implantação

Educação Postural
30
7

Disciplina em implantação

Estágio em Trein. e Form. Esport. (160 H)
160
7

Disciplina em implantação

Formação Pessoal e Ética Profissional
30
7

Disciplina em implantação

Ginástica Artística
60
7

Disciplina em implantação

Nutrição na Atividade Física
30
7

Disciplina em implantação

Treinamento Fís. em Pop. Especiais (45 H)
45
7

Disciplina em implantação

Ativ. Física e Proc. de Envelhec. (45h)
45
8

Disciplina em implantação

Atividades Complementares (120 Horas)
120
8

Disciplina em implantação

Educação Postural Aplicada (45 H)
45
8

Disciplina em implantação

Esporte e Alto Rendimento (45 H)
45
8

Disciplina em implantação

Esportes na Natureza
30
8

Disciplina em implantação

Estágio em Saude (160 H)
160
8

Disciplina em implantação

Ginástica Rítmica (50 H)
50
8

Disciplina em implantação

Língua Brasileira de Sinais
60
8

Disciplina em implantação

Tênis
60
8

Disciplina em implantação

Dados atualizados até 26/11/2020