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Ives Gandra é Doutor Honoris Causa pela PUCRS

Evento ocorreu pela manhã em cerimônia no auditório do prédio 9

Por: Bianca Garrido

14/04/2016 - 14h56
Ives Gandra é Doutor Honoris Causa pela PUCRS

Fotos: Bruno Todeschini – Ascom/PUCRS

Em cerimônia na manhã desta quinta-feira, 14 de abril, a PUCRS concedeu o título de Doutor Honoris Causa ao jurista brasileiro Ives Gandra da Silva Martins. O evento teve a presença do Reitor, Joaquim Clotet, de integrantes do Conselho Universitário, representes de entidades jurídicas, como a Associação dos Juízes do Rio Grande do Sul (Ajuris), e familiares do agraciado.

No discurso de abertura, o procurador jurídico da Universidade, Marcos Másera, lembrou a importância de Gandra para a Ciência do Direito, a Ciência Política e ao desenvolvimento das instituições sem fins lucrativos que atuam nas áreas de Educação e Saúde. “Nosso homenageado é um defensor da liberdade de expressão, da livre expressão do pensamento, e um combativo advogado na área do Direito Público. São mais de 90 livros, 300 títulos em autoria e co-autoria, 30 títulos universitários e cerca de dois mil artigos escritos”, ressaltou.

Ives Gandra é Doutor Honoris Causa pela PUCRS

Gandra declarou gratidão, alegria e honra por receber o título da, segundo ele, “mais importante universidade católica do País”. “Não me sinto merecedor, mas estou muito sensibilizado”, disse. “O que mais me enaltece como um modesto filho de Deus é procurar cumprir na terra a missão recebida, apesar de todos os meus defeitos, e de todas as minhas limitações, compense, pois, a alegria e a honra desse título. Oferecerei e compartilharei com meus familiares, colaboradores e alunos, nestes 56 anos de magistrado universitário, com humildade e prazer. Sem eles, nada seria”. Finalizou o discurso declamando um poema feito por ele à esposa Ruth Martins, com quem é casado há 63 anos, e, segundo ele, escrito anos atrás enquanto aguardavam a conta em um restaurante.

Clotet destacou o comprometimento do agraciado com o Direito, inclusive nos períodos mais conturbados da sociedade. “Que o seu saber e o seu exemplo de humanista, professor e jurista, fiel, íntegro e destemido, continuem iluminando a vida acadêmica de docentes e discentes; pautando a deontologia profissional e a excelência de quantos se dedicam à nobre e imprescindível causa do Direito, da Justiça e da equidade na Pátria Brasil”. O título foi proposto pela Procuradoria Jurídica, Escola de Humanidades e Faculdade de Direito.