Conheça os legados da força-tarefa criada para enfrentar o coronavírus

Veja como a universidade se organizou frente à pandemia da Covid-19

31/12/2020 - 14h46
Protetores faciais do Tecnopuc, um dos legados da força-tarefa

Tecnopuc realiza a produção em larga escala de protetores faciais / Foto: Bruno Todeschini

O diretor do Instituto do Cérebro (InsCer), Jaderson Costa da Costa, conta como foi organizar a PUCRS para enfrentar a pandemia de Covid-19. Segundo ele, foram procuradas pessoas de diferentes áreas para atuar no combate ao vírus.

Os trabalhos das equipes são atualizados em tempo-real e interligam-se uns com os outros, como relata Regis Lahm, coordenador do Laboratório de Tratamento de Imagens e Geoprocessamento, responsável por fornecer à força-tarefa mapas da situação da Covid-19 em Porto Alegre.

A universidade está conduzindo diversas pesquisas em relação ao Sars-CoV-2 e tem o único laboratório do estado com o nível de biossegurança exigido para manipular o novo coronavírus, sinaliza Fernanda Morrone, diretora de Pesquisa da PUCRS.

Foi possível desenvolver meios de ajudar, também, a sociedade a enfrentar esse desafio, como aponta Daniel Marinowic, pesquisador e professor da Escola de Medicina: a universidade desenvolveu uma plataforma de monitoramento de sintomas e um sistema de testagem para pessoas negativas da Covid-19. Além disso, o  Tecnopuc realiza a produção em larga escala de protetores faciais.

Para conferir como foi a preparação da PUCRS para enfrentar a pandemia e os trabalhos realizados pela universidade nesse combate, confira a matéria completa na Revista PUCRS (páginas 16 a 19).