22/11/2018 - 14h47

Três Perguntas de Fábio Ellwanger (codeHB) para Fábio Barboza (Kobe)

Nesta edição, o diretor de projetos da codeHB, Fábio Ellwanger, pergunta a Fábio Barboza, cofundador da Kobe. No próximo mês, você confere as respostas de Kim Gesswein, Diretor de Inovação da Paim Comunicação, para os questionamentos de Barboza.

 

Fábio Ellwanger: No portfólio que consta no site, existe um projeto feito para uma empresa com atuação na Europa. Como foi essa experiência internacional? Vocês têm pretensão de abrir uma sede fora?

Fábio Barboza: Estamos tendo uma experiência incrível com esse projeto em Londres. Desenvolver um projeto com um pensamento global é uma coisa que nos motiva muito. Além desse projeto, também atendemos clientes em cidades como Chicago, São Francisco e Miami. Vencer barreiras como idioma, diferentes culturas, fuso horário e distância faz nosso time crescer e amadurecer cada vez mais. Adoramos trabalhar com projetos assim. Além disso, abrir uma sede fora sempre foi um sonho e acreditamos que em 2019 esse projeto possa sair do papel.

FE: Como a Kobe aborda a relação com investidores em startups e projetos ou ideias inovadoras? Vocês percebem que o mercado de tecnologia está mais propício para investidores?

FB: Recebemos muitos empreendedores e investidores buscando investir em apps e isso mostra o quanto temos um mercado maduro e que cria muitas oportunidades de negócio. Nosso posicionamento é sempre voltado a criar empatia com o problema que será resolvido e com as personas que utilizarão os apps. Além disso, buscamos sempre focar na concepção de um MVP (Produto mínimo viável) que possamos desenvolver em menos tempo e botar o produto na rua o quanto antes.

FE: No meio de tantas empresas de tecnologia e inclusive plataformas para desenvolvimento de aplicativos móveis, como vocês se diferenciam dos concorrentes?

FB: A visão da Kobe é criar apps que transmitam uma experiência que vale a pena ser compartilhada. E o nosso propósito é criar experiências incríveis. Para isso a Kobe tem que ser voltada a design first. Acreditamos que uma das nossas diferenças é por pensarmos totalmente na experiência do usuário, no final das contas é ele quem diz se o aplicativo atende o propósito ou não.

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