18/05/2020 - 14h22

Artigo descreve os principais modelos pré-clínicos de distúrbios neuroimunológicos e como eles contribuíram para a compreensão e possíveis tratamentos.

O artigo “Modelos Experimentais de Distúrbios Neuroimunológicos: Uma Revisão.”, foi publicado na última terça (12) pela Ana Paula Silva, orientanda de doutorado dentro do laboratório de neuroinflamação e neuroimunologia do Instituto do Cérebro do RS.
O estudo fala sobre doenças inflamatórias imunomediadas do sistema nervoso central (SNC) como: esclerose múltipla (EM), distúrbios do espectro da neuromielite óptica (NMOSD), encefalomielite disseminada aguda (ADEM) e encefalite do receptor anti-NMDA (encefalite NMDAR) e essas, são um grupo de distúrbios neurológicos que induzem lesões inflamatórias e/ou desmielinizantes no cérebro.
Essas lesões ocorrem através de uma resposta imunológica específica para antígenos do tecido nervoso, como proteínas gliais e neuronais. Na última década, muitos aspectos clínicos, patológicos, fisiológicos e imunológicos dos distúrbios neuroimunes foram relatados com base em modelos experimentais. Logo, os modelos pré-clínicos têm se mostrado uma ferramenta importante para entender os mecanismos moleculares e celulares relacionados a cada distúrbio. Neste artigo, foram revisados os modelos pré-clínicos mais relevantes na área de neuroimunologia e relacionando eles com a prática clínica. Acesso o texto completo aqui

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Linha do tempo dos avanços nos modelos pré-clínicos de doenças neuroimunes. 

 

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