Oficina de Criação Literária

oficio

APRESENTAÇÃO

A Oficina de Criação Literária da PUCRS completa 33 anos, sendo a mais antiga em funcionamento ininterrupto no Brasil. Seu ministrante em todo esse tempo é o escritor e Doutor em Letras Luiz Antonio de Assis Brasil. Trata-se de uma atividade dividida em dois semestres letivos; isso representa trinta encontros de quatro horas de duração cada qual. São aceitos os candidatos que passam por uma seleção que, com as naturais falhas que possam ter as seleções, visa receber pessoas que revelem intimidade com a literatura; oficinas há que aceitam pessoas sem experiência alguma, mas isso decorre de uma outra proposta, e respeitável e útil como tal.

Uma vez admitidos, os alunos têm contato com a experimentação narrativa – visto que esta oficina destina-se por exclusivo à narração ficcional – à busca da competência nos recursos que a ficção oferece; outrossim, realizam-se certos jogos, na intenção de  mostrar ao aluno de que ele é capaz de criar. Ademais, estudam-se o tempo da narrativa, o espaço, o diálogo, as estruturas narrativas, etc., e isso acontece não apenas na intenção de sabê-los – coisa que um curso de letras dá conta –, mas para evidenciar o arsenal técnico que um escritor deve possuir. Na Oficina não se ensinam modelos, mas, sim, instrumentos.

No segundo semestre, para além da sequência dessas atividades, o aluno pratica o conto, não porque seja mais fácil do que os outros gêneros literários, mas porque sua pequena dimensão permite uma análise completa em sala de aula. Fazendo par com a leitura de grandes contistas, são realizados seminários sobre os contos escritos pelos próprios alunos. No debate sereno, mas firme, são examinadas as virtudes do texto e os eventuais problemas. Consulte os programas curriculares, neste mesmo site.

No final da oficina, é publicada uma antologia, que reúne os contos elaborados durante o período. São, por evidente, contos iniciais – mas alguns perfeitos e acabados – e assim devem ser entendidos. O empenho futuro de cada aluno será o fiel da balança. Até agosto de 2017 publicaram-se 46 antologias.

SELEÇÃO 2019

Edital 

 

HISTÓRICO

 

Para que servem as oficinas literárias?

Daniel Gruber

Doutorando em Escrita Criativa da PUCRS

 

 

Se você olhar para a trajetória de uma porção de escritores consagrados – Daniel Galera, Michel Laub, Carol Bensimon, Luísa Geisler, Amilcar Bettega, Daniel Pellizzari, Paulo Scott, Cíntia Moscovich, Letícia Wierszchowski, só para início de conversa – vai reparar que eles guardam muitos pontos em comum. O primeiro é que ser escritor hoje não atende aos ideais românticos. Não vivemos mais na metade do dezenove, em plena glória do intelectual romancista, em que você só tinha que escrever um grande livro, morrer e esperar que seu nome entrasse para a história, e que turistas passassem a fazer peregrinação para visitar seu túmulo.

Outro ponto é que aquelas trinta páginas descrevendo o funcionamento de uma fábrica de sapatos pode ainda ser útil para a indústria sapateira, não para angariar leitores em uma estante de livraria.

Esses escritores aí citados compreenderam não só o funcionamento da literatura (porque a literatura mudou, e com ela os leitores e as descrições de fábricas), mas de todo o sistema literário, isto é, começaram a enxergar a obra de arte como produto cultural, fruto não apenas de autores, mas também de editores, designers, marqueteiros, distribuidores e livreiros. Aquela figura do escritor recluso e ensimesmado, que se senta à escrivaninha e vara as madrugadas incorporando as Musas não tem mais lugar no mundo globalizado e conectado, onde cada livro rivaliza com milhares de outros do mesmo gênero nas prateleiras das megastores e na lista de leitura nunca vencida de leitores sempre apressados. O escritor contemporâneo precisa ser mais do que simplesmente original se quiser alcançar leitores – ele precisa ter domínio daquilo que faz.

Se você olhar mais uma vez, verá que todos esses escritores aí de cima passaram, em algum momento de sua carreira, por uma oficina literária.

Muito populares em países com mercado editorial sólido e lucrativo, como nos Estados Unidos e França, as oficinas literárias ou “laboratórios de texto” ocupam um espaço necessário na cadeia de nascimento e circulação dos livros, sejam eles de ficção, narrativa, poesia ou não-ficção. Como nas demais expressões artísticas, tal qual a música e a pintura, o desenvolvimento do sujeito criativo pode e deve passar pela formação de suas competências, pela instrumentalização da atividade, momento em que os processos do seu fazer artístico transitam pela esfera da racionalização. Em parte, é isso que se busca nas oficinas literárias, treinar o olhar crítico sobre o texto, entre eles o do próprio aluno.

Raymond Carver cursou literary workshops, e nomes atuais do cenário norte-americano, como George Saunders, estudaram escrita criativa nas universidades. Tais cursos têm crescido consideravelmente em nível de graduação e pós-graduação, mas ainda persiste a desconfiança de muitos escritores e acadêmicos. É possível ensinar a escrever? E se sim, essa escrita pode ser original, inovadora, revolucionária? O sistema literário e o mercado editorial estão matando a arte? Estão uniformizando a escrita e os escritores?

Bem, essa resistência muitas vezes está afiliada àquela ideia romântica da criação artística, ou de pessoas que começaram a escrever antes da incidência das oficinas, no tempo em que tudo era feito de suor e sangue. Muitos escritores consolidaram a imagem de que a literatura é uma batalha pessoal, mas a geração que começou a publicar a partir dos anos dois mil já tem outra postura. Isso porque, em geral, as oficinas literárias não seguem um padrão, elas são produtos de seus ministrantes. Cada curso é diferente do outro, e permite, inclusive, que o aluno participe de vários deles e combine suas metodologias, sem precisar aderir a alguma delas especificamente. Há aqueles que privilegiam a intuição e o instinto, e outros que preferem mesclar com conhecimento e trabalho – Ars sine scientia nihil est, “sem a ciência, a arte não é nada”, diziam os arquitetos medievais –, cercando-se de alguma teoria, referências, leituras e práticas.

O objetivo dessas oficinas deveria ser claro: trata-se de fazer com que o aluno (com prévia afinidade pela arte que escolheu, e, na maioria dos casos, com algum trabalho já realizado, de forma intuitiva) reflita crítica e conscientemente sobre o que está produzindo, podendo identificar onde estão suas falhas e fraquezas, onde pode melhorar, quais seus pontos fortes e, em último caso, qual a técnica correta para executar com o máximo de precisão uma ideia vaga. Viram só? Não é nenhum bicho de sete cabeças. Ninguém está tentando matar a expressão artística com planejamentos burocráticos ou fórmulas matemáticas repetidas à exaustão. Tais cursos, quando bem planejados, não visam criar talentos, mas fazer com que interessados tenham melhor domínio sobre o talento que porventura possuam em determinado grau.

Num sistema literário bem desenvolvido, isso é fundamental, pois tudo respeita à sucessão de etapas. O escritor começa a escrever porque gosta, mas, sabemos, não basta amar a arte se você planeja ter um alcance dela. Para isso, é preciso que a economia do livro funcione, por exemplo. Aí entra o aperfeiçoamento do autor e sua noção do funcionamento desse sistema. Não só a literatura permanece viva, como encontra sua plenitude – nada mais ideal do que cada livro encontrar seu leitor certo. Contudo, se uma dessas etapas for rejeitada por arrogância ou ingenuidade, é quase certo que sua obra resultará em uma grandiosa ideia mal executada, e acabará transformada em centenas de exemplares encalhados dentro de uma caixa de papelão atrás da porta da área de serviço de sua casa.

Mesmo em um país que lê pouco – média de quatro livros por ano, segundo os últimos levantamentos –, cresce cada vez mais o número de novos escritores. O que pode parecer um cenário apocalíptico, um mercado saturado de escritores e carente de leitores, pode também ser visto por outro ângulo. Ora, quem consome a maior parte da literatura local e recente são os próprios escritores, leitores-escritores, interessados no trabalho de seus pares. Nada mais natural. Vejo aí algo positivo, um mercado que se retroalimenta. Que talvez não seja o ideal, mas que é satisfatório, que é possível.

De onde vieram e para onde vão

É engraçado como certos escritores, com posturas mais conservadoras, ainda creem no talento como um dom, como algo dado e de origem metafísica, e não como algo construído pela educação, pelas qualidades do homem. Pois, como lembra o escritor e professor de escrita criativa norte-americano Wallace Stegner, “aprendemos qualquer tipo de arte não pela natureza, mas pela tradição, daqueles que as praticaram antes de nós”. Basta recordarmos que Aristóteles escreveu sua poética para ensinar no Liceu, e Horácio para aconselhar seus amigos poetas. O hábito de ir aprender com os mestres percorreu toda a história do pensamento e da arte, e acabou se perdendo nas esquinas do ressentimento moderno, daqueles que ainda não superaram a crença numa literatura que só nasce do sacrifício e do sofrimento solitário.

Escritores como Kafka, Flaubert e Eça de Queirós não apenas refletiram sobre suas composições, trabalhando quase que cirurgicamente as palavras, como também trocavam cartas com leitores de confiança e outros escritores, discutindo sobre suas produções. Em função das opiniões e críticas que recebiam, refaziam sua escrita, ajeitando a forma e o tom. A crítica genética, disciplina muito prestigiada nas ciências das Letras, sabe há muito tempo que os textos não são produzidos à luz de uma inspiração noturna, mas decorrentes de um processo lento de trabalho, que recebem infindáveis modulações antes de alcançarem a versão definitiva.

Foi nos Estados Unidos que surgiu e floresceu a experiência das oficinas literárias e cursos de escrita criativa. Podemos destacar a obra pioneira de Brenda Ueland, If You Want to Write: a Book about Art, Independence and Spirit, de 1938, em que ela expressa a ideia de que todos somos talentosos, originais e temos algo importante a dizer. Um pouco antes, o escritor John Gardner funda o Programa em Escrita Criativa da Universidade de Iowa, em 1936, e, logo em seguida, Wallace Stegner funda um curso de escrita criativa na Universidade de Stanford, na Califórnia.

No Brasil, a tradição do ensino da escrita literária no meio acadêmico iniciou em 1962, na Universidade de Brasília, com o escritor Cyro dos Anjos, que coordenou um ciclo nacional de oficinas literárias. Em 1966, Judith Grossmann criou uma experiência semelhante na Universidade Federal da Bahia. Em 1975, aconteceu no Rio de Janeiro uma experiência ministrada por Silviano Santiago e Affonso Romano de Sant’Anna. No Recife, encontramos a oficina do romancista Raimundo Carrero. E seguem muitos outros exemplos exitosos pelo país. Desde então, os chamados laboratórios de texto encontraram razoável acolhida.

Uma das mais antigas e importantes, no Rio Grande do Sul, tem sido esta, ministrada pelo escritor Luiz Antonio de Assis Brasil, há mais de 30 anos vinculado à Faculdade de Letras da PUCRS e ao departamento de Educação Continuada. Pelo curso, realizado ao longo de dois semestres, já passaram mais de 700 alunos. A Oficina recebe interessados de qualquer faixa etária, formação ou grau de instrução, estudantes ou profissionais, vindos das mais diversas áreas, tendo em comum apenas o gosto por escrever. A lista de alunos que, após cursarem a Oficina, encontraram o caminho da publicação é expressivo; muitos deles, hoje escritores bem-sucedidos, já abarcaram alguns dos principais prêmios literários do país, como o Jabuti, Portugal Telecom, São Paulo e Açorianos.

Para destorcer o nariz daqueles que ainda enxergam com maus olhos a proposta, listo abaixo alguns tópicos positivos que a experiência pode trazer:

  1. a) a Oficina é, antes de tudo, um curso de boa leitura, treinando o olhar para o texto literário;
  1. b) se todo escritor precisa trabalhar com algum nível de técnica, e essa técnica precisa ser apreendida de alguma forma, em algum momento de sua vida, é inteligente da parte dele tomar alguns atalhos, avançar algumas etapas básicas do aprendizado;
  1. c) a Oficina incentiva a produção, estimulando a disciplina e o trabalho regular;
  1. d) como parte do curso é realizado em forma de seminário, essa é a chance do escritor mostrar seu texto para além da família e do(a) namorado(a); ele será lido tanto pelo professor quanto pelos colegas, será avaliado criticamente e colocará sua escrita à prova, já ensaiando para quando encarar o leitor no futuro; também terá a chance de conhecer e conviver com pessoas que possuam os mesmos interesses, onde poderão trocar ideias, conhecer referências e ter uma visão ampla da “comunidade literária”;
  1. e) outra coisa bacana da Oficina é que, ao final, é de praxe nascer uma publicação coletiva reunindo textos dos alunos. Já foram publicados 45 títulos resultantes da Oficina.

Nas palavras do próprio Assis Brasil, “as oficinas não se constituem em fábricas de escritores, assim como as diferentes academias de arte – já seculares e incorporadas ao quotidiano – não fabricam pintores, escultores, músicos. São lugares de criação, troca de ideias e aconselhamento. Tal como acontece na vida”. E assim, “não sendo o fim e nem o começo de nada, as oficinas demonstram ser uma passagem, e de reconhecido proveito. É só perguntar a quem já cruzou por elas”. E é só perguntar mesmo.

CONTEÚDOS

OFICINA DE CRIAÇÃO LITERÁRIA I  [Primeiro Semestre]

45 horas-aula

Ementa/programa:

O processo criativo enquanto teoria e prática.
Da inspiração dos deuses às oficinas literárias.
A personagem de ficção. Teoria e prática. Exercício semestral de criação de uma personagem.
O conflito como elemento essencial da narrativa de ficção.
A focalização. A focalização onisciente. A focalização interna. O “eu” como focalizador – vantagens e problemas. A focalização externa. As diferentes concepções acerca do tema, de Gérard  Genette a Alicia Rasley.
Os diversos níveis de imersão na interioridade da personagem, com exercícios correspondentes.
Criação de textos utilizando as diferentes técnicas da focalização.
O espaço da narrativa. O espaço “real” e o psicológico. Teoria e prática.
O tempo da narrativa. O tempo cronológico, do ficcionista, do leitor e da personagem.  As conexões narrativas. Cenas e sumários. Teoria e prática.
O diálogo. As técnicas das diferentes formas do diálogo [do discurso]. Teoria e prática

Bibliografia

Nota: quando não for indicada a editora é porque há mais de uma edição no Brasil:

Textos Literários:

BARICCO, A. Seda. São Paulo: Cia. das Letras, 2007.
BEAUVOIR, Simone de. A convidada. Trad. de Vítor Ramos. São Paulo: Difusão Europeia do Livro, 1956.
BENSIMON, Carol. Sinuca embaixo d’água. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.
BERNHARDT, Th. O náufrago. São Paulo: Cia. das Letras, 1996.
DUJARDIN, E. A canção dos loureiros. Rio de Janeiro: Globo, 1979.
FITZGERALD, A. O grande Gatsby. [há em ebook].
GORDIMER, Nadine. O melhor tempo é o presente. Trad. de Paulo Henriques Britto. São Paulo: Companhia das Letras, 2014.
JAMES, H. A fera na selva. [há em ebook].
LISPECTOR, Clarice. A hora da estrela. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1995.
LAUB, M. Diário da queda. São Paulo: Cia. das Letras, 2011. [há em ebook].
McEWAN, I. O inocente. São Paulo: Cia. das Letras, 2003. [há em ebook].
MANN, Th. A morte em Veneza & Tonio Kröger. São Paulo: Cia. das Letras, 2015. [há em ebook]
MELLVILLE, H. Bartleby, o escriturário. [há em ebook].
MURAKAMI, H. 1Q84 – Trilogia completa. Rio: Objetiva, 2013. [há em ebook].
TREICHEL, H. U. O perdido. São Paulo: Cia. das Letras, 2001.
SCHNITZLER, A. Breve romance de sonho. São Paulo: Cia. das Letras, 2008. [há em ebook].

Textos de reflexão:

ALBERS, L. Showing&Telling. Cincinnati: Writer’s Digest Books, 2010. [há em ebook].
DOTY, M. The art of description. Minneapolis: Graywolf Press, 2010. [há em ebook].
LODGE, D. A arte da ficção. Porto Alegre: L&PM, 2009.
GARDNER, J. A arte da ficção. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1997. [há versões traduzidas, na internet]
GENETTE, G. [Será fornecido material].
LUKEMAN, N. The first five pages. NYC: Fireside, 2000. [há em ebook].
PIGLIA, R. O laboratório do escritor. São Paulo: Iluminuras, 1994.
RASLEY, A. The power of point of view. Cincinnati: Writer’s Digest Books: 2008. [há em ebook].
SILBER, J. The art of time in fiction. Minneapolis: Graywolf, 2009.
WOOD, J. Como funciona a ficção. São Paulo: Cosac Naify, 2011.

 

OFICINA DE CRIAÇÃO LITERÁRIA II [Segundo Semestre]

45 horas-aula

Ementa/programa:

O conto enquanto gênero literário. Teoria e prática, com seminários de contos produzidos pelos alunos.
O romance e a novela: conceitos.
A estrutura sistêmica do romance x linearidade.
O romance: a questão essencial da personagem articulada ao conflito. Exemplos histórico-literários.
A perspectiva da personagem acerca do conflito.
O início do romance como uma promessa.
O desenvolvimento do romance como cumprimento da promessa.
O final do romance.

Bibliografia

Nota: quando não for indicada a editora é porque há mais de uma edição no Brasil:

Textos Literários
[Somar a estes os textos literários pedidos para o Semestre I]

BORGES, J. L. Ficções. Porto Alegre: Globo, 1970. Trad. Carlos Nejar.
CARVER, R. 68 Contos. São Paulo: Cia das Letras, 2010. [há em ebook].
FARACO, S. Contos completos. Porto Alegre: L&PM, 2004. [há em ebook]
HEMINGWAY, E. Contos. [Há vários livros com seus contos; quase todos em ebook].
TCHEKHOV, A. Contos. [Há vários livros com seus contos; quase todos em ebook].
TELLES, Lygia Fagundes. Antes do baile verde. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.

Textos de reflexão:

GIARDINELLI, M. Assim se escreve um conto. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1994.
GOLDBERG, N. Escrevendo com a alma. São Paulo: Martins Fontes, 2008.
GOTLIEB, N. B. Teoria do conto. São Paulo: Ática, 1990.
KIEFER, C. A poética do conto. São Paulo: Leya Brasil, 2011. [há em ebook]
STEVIC, PH. The theory of the novel. New York: The Free Press, 1967. [Há traduções na internet].
TIMBAL-DUCLAUX, L. Eu escrevo meu primeiro romance: guia técnico da escrita criativa. Lisboa: Pergaminho, 1997.
WILLEMART, Ph. Universo da criação literária. São Paulo: EDUSP, 1993.

PUBLICAÇÕES DE EX-ALUNOS

 

No Exterior

BENSIMON, Carol. Todos adorábamos a los cowboys. Espanha: Continta me tienes.
______. Polvo de pared. Buenos Aires: Dakota Editora.
______. We all loved cowboys. Oakland-EUA: Transit Books, 2017.
BETTEGA, Amilcar. Os lados do círculo. Lisboa: Caminho, 2008.
______. Los lados del círculo. Espanha: Baile del Sol, 2011.
______. Оставете стаята както си е (Deixe o quarto como está). Bulgária: Vessela, 2013.
CARDÚS, R. Uma barca, um riu. Barcelona: Cruïla, 2009.
GALERA, Daniel. Manos de caballo. Buenos Aires: Interzona, 2007.
______. Sogni all’alba del ciclista urbano. Milano: Mondadori, 2008.
______. Manuale per investire i cani e altri racconti. Roma: Arcana, 2004.
______. Mãos de cavalo. Lisboa: Caminho, 2008.
_____. Paluche (Mãos de cavalo). Paris: Gallimard, 2010.
_____. La barbe ensanglantée (Barba ensopada de sangue). Paris: Gallimard, 2015.
_____. Cordilheira. Lisboa: Caminho.
_____. Flut (Barba ensopada de sangue). Berlin: Suhrkamp, 2013.
_____. Barba ensopada de sangue. Lisboa: Quetzal, 2014.
_____. Barba xopa de sang. Barcelona: L’altra Editorial, 2014.
_____. Med blod i skägget (Barba ensopada de sangue). Estocolmo: Norstedts.
_____. Arvens ansikt (Barba ensopada de sangue). Oslo: Gyldendal, 2014.
_____. Kana Bulanmış Sakal (Barba ensopada de sangue). Istambul: Can Press.
LAUB, Michel. Tagebuch eines Sturzes (Diário da queda). Stuttgart: Klett-Cotta Verlag.
______. Diario de la caída. Madrid: Megustaleer, 2013.
______. Diary of the Fall. Nova York: Other Press, 2014.
______. Diary of the Fall. Londres: Penguin/Vintage, 2015.
______. Journal de la chute. Paris: Buchet/Chastel, 2014.
______. Overal en altijd weer (Diário da queda). Amsterdã: Athenaeum Boekhandel, 2013.
______. Diario della caduta. Milão: Feltrinelli, 2013.
______. Diário da queda. Lisboa: Tinta da China, 2013.
MOSCOVICH, Cíntia. Duas iguais. Lisboa: Pergaminho, 2006.
_____. Arquitectura do arco-íris. Pergaminho: Lisboa, 2007.
_____. Dos iguales. Barcelona: Tusquets, 2007.
PELLIZZARI, Daniel. Pecore che volano si perdono nel cielo Roma: Arcana Libri/Fazi, 2004.
WIERZCHOWSKI, Letícia. Das Haus der sieben Frauen. München: Random/Blanvalet, 2009.
______. La casa de las siete mujeres. Madrid: Ediciones B, 2007.
______. El Supremo pintor que escribia. Barcelona: Ediciones B, 2005.
______. La casa de las siete mujeres (Pocket). Madrid: Byblos, 2005.
______. Un Faro en la Pampa. Madrid: Ediciones B, 2008.
______. La Casa delle Sette Donne. Milão: R.C.S Libri, 2004.
______. La Maison des Sept Femmes. Paris: JC Lattès, 2013.
______. A Casa das Sete Mulheres. Lisboa: Ambar, 2003.

 

 

No Brasil [por Editoras]

ALFAGUARA (RJ)
LUISA GEISLER
PAULO SCOTT

BESTIÁRIO (RS)
CLÁUDIA GELB
GUILHERME CASSEL
ROBERTO SCHMITT-PRYM
VANESSA SILLA
VERA IONE MOLINA

COMPANHIA DAS LETRAS (SP)
AMILCAR BETTEGA
CAROL BENSIMON
DANIEL GALERA
DANIEL PELLIZZARI
MICHEL LAUB
PAULO SCOTT

DUBLINENSE (RS)
CAROL BENSIMON
CÍNTIA LACROIX
HELENA TERRA
LUIZ FILIPE KLEIN
MOEMA VILELA

FOZ
PAULO SCOTT

GLOBO
LETÍCIA WIERSZCHOWSKI

GRUA (SP)
LUÍS ROBERTO AMABILE

INTRÍNSECA
LETÍCIA WIERSZCHOWSKI

L&PM (RS)
GABRIEL MOOJEN
CÍNTIA MOSCOVICH
LETÍCIA WIERSZCHOWSKI

LIVROS DO MAL
CRISTIANO BALDI
DANIEL GALERA
DANIEL PELLIZZARI
PAULO SCOTT

NÃO EDITORA (RS)
CAROL BENSIMON
DIEGO GRANDO
FERNANDO MANTELLI
FLÁVIO TORRES
JULIA DANTAS
SAMIR MACHADO

OBJETIVA (SP)
PAULO SCOTT

PATUÁ
LUÍS ROBERTO AMABILE
GABRIELA SILVA

RECORD (RJ)
CINTIA MOSCOVICH
LETÍCIA WIERZCHOWSKI
LUÍSA GEISLER
WALMOR SANTOS

ROCCO
SAMIR MACHADO

TERCEIRO SELO
ROBERTSON FRIZERO

7 LETRAS (SP)
CLARAH AVERBUCK
FAUSTINO MACHADO
FLÁVIO WILD
ÍTALO OGLIARI
LORENA MARTINS
OLAVO AMARAL

 

Lista alfabética por Autores

ABUCHAIM, Beatriz. Habitantes de corpos estranhos. Porto Alegre: Projeto, 2008.
_______. A primavera de Cecília. Porto Alegre: Artes e Ofícios, 2012.
ALVES, Alexandre. Arapucas esverdeadas. Porto Alegre: Fumproarte, 1998.
AMABILE, Luís R. O amor é um lugar estranho. Grua: São Paulo, 2012.
_______. O livro dos cachorros. São Paulo: Patuá, 2015.
AMARAL, Olavo. Estática. Porto Alegre: Instituto Estadual do Livro, 2006.
_______. Correntezas e escombros. São Paulo: 7 Letras, 2012.
ARAUJO, José F. A asa do anjo. Porto Alegre: Sagra, 2000.
ASPIS, Abrão. Pelos caminhos do futebol. Porto Alegre: Acadêmica, 1996.
______. A morte no tabuleiro. Porto Alegre: Evangraf, 2005.
AVERBUCK, Clarah. Máquina de Pinball. São Paulo: Editora Conrad, 2001.
______. Das coisas esquecidas atrás da estante. São Paulo: 7 Letras, 2003.
______.Vida de gato. São Paulo: Planeta, 2004.
______. Nossa Senhora da pequena morte. São Paulo: Editora do Bispo, 2008.
______. Cidade grande no escuro. São Paulo: 7 Letras, 2012.
BERTOLUCCI, Mariana. Bailarina sem breu. Porto Alegre: Libretos, 2010.
BOTELHO, José F. A árvore que falava aramaico. Porto Alegre: Zouk, 2011.
CALDELA, Leonel. O inimigo do Mundo. Porto Alegre: Jambô, 2006.
______. O crânio e o corvo. Porto Alegre: Jambo, 2007.
______. O terceiro deus. Porto Alegre: Jambo, 2008.
______. O caçador de apóstolos. Porto Alegre: Jambo, 2010.
COPPINI, Sônia. Mast e o planeta azul: Porto Alegre: Editora da UFRFS, 2008.
BALDI, Cristiano. Ou clavículas. Porto Alegre: Livros do mal, 2002.
BECKER, Leda. Pele de vidro. Porto Alegre: Movimento, 2005.
BECKER, Maria A. Os silêncios de Sofia. Porto Alegre: Movimento, 1991.
______. A navalha dos deuses. Porto Alegre: Movimento, 1993.
BENSIMON, Carol. Pó de parede. Porto Alegre: Não, 2008.
______. Sinuca embaixo d’Água. São Paulo: Cia. das Letras, 2009.
______. Todos nós adorávamos caubóis. São Paulo: Cia das Letras, 2013.
______. Uma estranha na cidade. Porto Alegre: Dublinense, 2016.
BERNARDI, Hermes. O segredo do rio. Porto Alegre: autor, 1999.
______. Planeta Caiqueria. Porto Alegre: Projeto, 2004.
______. E um rinoceronte dobrado. Porto Alegre: Projeto, 2008.
______. Dez casas e um poste que Pedro fez. Porto Alegre: 2010.
BETTEGA, Amilcar. Vôo da trapezista. PAlegre: IEL, 1994. 2ed. PAlegre: WS, 1999.
______. Deixe o quarto como está. São Paulo: Cia. das Letras, 2002.
______. Os lados do círculo. São Paulo: Cia. das Letras, 2004.
______. Barreira. São Paulo: Cia. das Letras, 2013.
BOELTER, Kleber. Um caso complicado. Porto Alegre: WS, 2002.
_______. A luz que guia também pode cegar. Porto Alegre: WS, 2006.
_______. Deus está morto? Porto Alegre: WS, 2008.
BOFF, Anna V. De muros, de redes, de condes e de pacotes. Porto Alegre: Nova Prova, 2008.
BRANDÃO, Sérgio V. A música dos corpos. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1997.
______.O papo era outro. Porto Alegre: WS, 1997.
______.Te espero ontem.. Porto Alegre: WS, 2001.
______.Laboratório de Redação. São Paulo: Paulinas, 2003.
______.Professor, carta para você. São Paulo: Paulinas, 2003.
BRASIL, Jaime Vaz. Os olhos de Borges. Porto Alegre: WS, 1996.
______.Livro dos amores. Porto Alegre: WS, 1999.
______.Inventário de Cronos. Porto Alegre: WS, 2002.
BROILO, Ângela. Hiperestesia. Caxias do Sul: Biblioteca, 2011.
CARDOSO. Cavernas e concubinas. São Paulo: DBA, 2005.
CASSEL, Guilherme. Contos de solidão e silêncios. Porto Alegre: Bestiário, 2012.
CECATO, Patsy. Hotel Rosa-Flor. Porto Alegre: IEL, 2002.
CHAFFE, Laís. Não é difícil compreender os ETs. Porto Alegre: AGE, 2002.
_____. Minicontos: e muito menos. Porto Alegre: Casa Verde, 2009.
CIMENTI, Jaime. Lâminas paralelas. Porto Alegre: autor, 1992.
CITRO, Marcel. A noite do Sáurio. Porto Alegre: Movimento, 2004.
_____. Outonos de fogo. Porto Alegre: Libretos, 2012.
DANTAS, Julia. Ruina y leveza. Porto Alegre: Não, 2015.
DANTÈS, Marcela. Sobre pessoas normais. São Paulo: Patuá, 2016.
DIEL, Vitor. Granada. Porto Alegre: Armazém de Livros, 2008.
DINIZ, Nelson. Cores banais. Porto Alegre: WS, 2003.
COSTI, Marilice. Ressurgimento. Porto Alegre: ALF, 2005.
FARIAS, Paulo R. A tessitura da noite. Rio: Multifoco, 2013
FONTAN, E. A paixão dos amantes pela morte. Porto Alegre: Redes, 2010.
FRIZERO, Robertson. Longe das aldeias. Porto Alegre: Terceiro Selo, 2015.
GALERA, Daniel. Dentes guardados. Porto Alegre: Livros do mal, 2001.
_____. Até O dia em que O cão morreu. Porto Alegre: Livros do mal, 2003.
_____. Mãos de cavalo. São Paulo: Companhia das Letras, 2006.
_____. Cordilheira. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.
_____. Barba ensopada de sangue. São Paulo: Companhia das Letras, 2012.
_____. Meia-noite e vinte. São Paulo: Companhia das Letras, 2016.
GEISLER, Luisa. Contos de mentira. Rio de Janeiro: Record, 2011.
______. Quiçá. Rio de Janeiro: Record, 2012.
______. Luzes de emergência se acenderão automaticamente. Rio de Janeiro: Alfaguara, 2014.
GELB, Claudia. Transmutação. Porto Alegre: Bestiário, 2008.
GODOLPHIM, Luiza. As águas do boqueirão Porto Alegre: autor, 1995.
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