
1.
Dimensões
2.
Estrutura
3.
Motores
4.
Controladora
5.
Comunicação
6.
Alimentação
7.
Robustez
8.
Participantes
9.
Juízes
10.
Tempo
11.
Normas para o envio de vídeos
12.
Orçamento por Equipe
Os robôs deverão medir no máximo um pé cúbico, ou seja, até o momento em que o juiz da competição der o sinal para que esta inicie o robô deverá caber dentro de uma caixa cúbica de um pé de aresta (aproximadamente 30,48 cm).
Os robôs deverão ser confeccionados em peças de LEGO ou qualquer outra material como, por exemplo, plásticos em geral, madeira, materiais ferrosos e não ferrosos. Não sendo permitida a utilização de elementos de fixação como arames, barbantes e fitas adesivas, ou seja, não é permitido amarrar as estruturas com estes materiais. Será permitido se os mesmos forem um tipo de dispositivo, como: rede, gaiola, ou outro. É importante que o robô respeite a regra de robustez, descrita no item 7.
Exceção à regra 2: Os itens indicados anteriormente como proibidos apenas serão aceitos se for comprovado que estes têm a única função de fixar sensores ou motores ao corpo do robô. No caso de constatada a função estrutural de elementos proibidos presentes no robô, acarretará a imediata desclassificação da equipe, independentemente da fase da competição em que for constatada a irregularidade.
A partir do V Desafio de Robôs (2003), a quantidade de motores por eixo e por robô está liberada, desde que o projeto do robô obedeça um orçamento máximo, também estipulado neste regulamento.
A partir do V Desafio de Robôs (2003), não é imposta nenhuma restrição quanto ao número de processadores ou frequência de ``clock'' dos mesmos desde que o projeto do robô obedeça um orçamento máximo, também estipulado neste regulamento.
Será imediata a desclassificação da equipe que estabelecer qualquer tipo de comunicação entre o seu robô e dispositivos externos, por qualquer meio (RF, IR, cabo e outros), após o início da partida.
Não há restrições quanto à alimentação dos robôs, desde que não exista nenhuma espécie de cabo conectado ao mesmo.
Será desclassificado todo o robô que perder alguma de suas partes sobre a mesa antes de haver qualquer tipo de contato físico com o seu oponente. Mesmo após um abalroamento com o oponente o robô não deverá soltar, sobre a mesa, partes de maneira intencional.
No caso de alguma equipe utilizar um "multi-robô" na competição, a separação deles caracteriza a perda de peças. Entretanto, será permitido a utilização de um “multi-robô” no Desafio, somente se, os mesmos forem móveis.
Não há restrições quanto ao número de integrantes por grupo, e para se inscrever as equipes devem entrar no link Inscrições e preencher o formulario a partir de 16 de novembro..
No dia do desafio, serão distribuídos 4 (quatro) crachás por equipe, com o nome da equipe. Estes crachás deverão ser usados pelos membros da equipe que irão ficar próximos a mesa do desafio durante o confronto.
Serão 4 juízes, 2 para controlar a pontuação, 1 para arbitragem e 1 para cronômetro e controle geral. Os juízes estarão utilizando crachás durante o desafio.
A princípio, o tempo será definido na tarefa do Desafio. O tempo só poderá ser alterado mediante reunião ou acordo através da lista de discussões.
As equipes de fora de Porto Alegre, que encontrarem dificuladades para vir à PUCRS para as eliminatórias, poderão enviar vídeos mostrando o robô executando as tarefas das eliminatórias. Porém, estes vídeos deverão obedecer alguns critérios, os quais irão definir se o vídeo será ou não aceito pela comissão organizadora do desafio.
O regulamento não impõe mais restrições quanto ao número de motores, clock de processador, número de processadores, porém cada equipe dispõe de um orçamento limitado para os investimentos no robô.
Cada equipe pode gastar
US$ 500,00 (quinhentos dólares) na montagem eletro-eletrônica,
US$ 500,00 (quinhentos dólares) na estrutura do robô,
sendo que o total de gastos não pode passar de US$ 800,00 (oitocentos dólares).