TRABALHO INFANTIL NA TERCEIRA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL


Honor de Almeida Neto


PORTO ALEGRE
2007


CAPA

CRÉDITOS

CONSELHO EDITORIAL


SUMÁRIO



APRESENTAÇÃO

INTRODUÇÃO

PARTE I - UM NOVO OLHAR SOBRE O TRABALHO INFANTIL
    1- ELUCIDANDO CONCEITOS
       1.1 - Trabalho Infantil contemporâneo
       1.2 - Novas mediações tecnológicas: novas revoluções
       1.3 - Trabalho infantil: gênese e transformações
       1.4 - Novos "possíveis" ao trabalho infantil
       1.5 - Rede Dinâmica: a metáfora da complexidade do trabalho infantil
       1.6 - Rede de significações do trabalho infantil na 3ª Revolução Industrial

PARTE II - TRABALHO INFANTIL EM REDE: UMA ABORDAGEM COMPLEXA
    2 - NOVAS MEDIAÇÕES, NOVAS RELAÇÕES SOCIAIS E NOVA INFÂNCIA
       2.1 - Novas Tecnologias de Informação e Comunicação (NTIC)
          2.1.1 - Sociedade informacional
          2.1.2 - Novas relações sociais: campos sociais em movimento
       2.2 - Novas relações sociais: a adultização de toda criança
          2.2.1 - Trabalho infantil: uma categoria de análise que se complexifica
          2.2.2 - Criança jornaleira: a adultização pelo emprego
       2.3 - Novas mediações, nova infância
          2.3.1 - Novas mediações, novos mitos
          2.3.2 - Novas mediações, velhos mitos
       2.4 - Adultização precoce e NTIC
          2.4.1 - Televisão e infância
            2.4.1.1 - Comunicação imagética e construção social da infância
          2.4.2 - Televisão e sexualidade
          2.4.3 - Internet e sexualidade
          2.4.4 - A visibilidade e o controle social
          2.4.5 - Os possíveis da era digital: novas interações, novo habitus
    3 - TRABALHO INFANTIL: UMA REDE DINÂMICA
       3.1 - Aldeia global: os PAE's e seus reflexos para o trabalho infantil no Brasil
          3.1.1 - Distribuição de renda e trabalho infantil
       3.2 - Novos programas, novas mediações?
          3.2.1 - PAE's, Estado e fiscalização
          3.2.2 - Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI)
            3.2.2.1 - PETI: uma rede aprendente
            3.2.2.2 - Jornada Ampliada e quantidade de trabalho
            3.2.2.3 - PETI: auto-organização e controle social
       3.3 - Arcabouço legal & trabalho infantil
          3.3.1 - Arcabouço legal: rigidez e flexibilidade
          3.3.2 - A Legislação une o uno e o múltiplo
          3.3.3 - Mito do trabalho infantil: obstáculo à realização das leis
       3.4 - Trabalho infantil e responsabilidade social
          3.4.1 - Responsabilidade social: uma cultura emergente no meio empresarial
       3.5 - NTIC, visibilidade e os novos possíveis
          3.5.1- Apartheid digital
          3.5.2 - LINUX: um software livre democratizando as relações sociais
          3.5.3 - Visibilidade e NTIC: os possíveis à erradicação do trabalho infantil
    4 - PRODUÇÃO SOCIAL E NOVAS MEDIAÇÕES
       4.1 - Quando a mídia gera a informação como a maior herança
          4.1.1 - Visibilidade e os possíveis ao habitus social
       4.2 - Formação dos agentes sociais em suas competências múltiplas
          4.2.1 - Processos auto-eco-organizativos

CONSIDERAÇÕES FINAIS

GLOSSÁRIO

REFERÊNCIAS

ANEXOS
    ANEXO 1 - LEI LICITAÇÕES
    ANEXO 2 - MÚSICA CAMPANHA RBS
    ANEXO 3 - ÓRGÃOS DE PROTEÇÃO SITE RBS