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6. DINÂMICA DO PIGEC: UMA PRÁTICA COMPLEXA92 93

      1. INTRODUÇÃO

      O PIGEC - Projeto Integrado de Gestão estratégica de competências e a formação do cidadão do século XXI -, tem como foco central instigar e, ao mesmo tempo, subsidiar e instrumentar processos de formação, ao valorizar cada vez mais os múltiplos saberes do cidadão utilizando formas e meios mais articulados com a dinâmica da atualidade. Isso supõe a ruptura da visão fragmentada e especialista que privilegia o saber-fazer (qualificação profissional) em detrimento do saber-ser.
      Deste tensionamento, as possibilidades para a construção de ações pedagógicas mais complexas por parte das organizações sociais ampliam-se significativamente, visto que procuram estabelecer uma maior associação com as demandas sociais emergentes do contexto social em que atuam, movidas, pelas exigências das novas tecnologias de informação e de comunicação (NTIC).
      Nessa perspectiva, o referido Projeto disponibiliza diagnósticos a organizações sociais escolares e não escolares, baseados em um conjunto de indicadores, bem como propõe modalidades de implementação, monitoramento e avaliação da gestão estratégica que se interessa pela implementação de processos de formação de competências. Tal empreendimento envolveu a construção de um conjunto de instrumentos, processos e práticas, com o propósito de materializar os principais fundamentos da perspectiva complexa, transdisciplinar.
      Pretende-se, a seguir, tecer algumas considerações sobre o processo de desenvolvimento da pesquisa abordando inicialmente ações realizadas até agosto de 2001, tempo anterior à aprovação definitiva do Projeto Integrado pelo CNPq e, em seguida, mencionam-se as iniciativas desencadeadas após essa data. Ao final, constam os principais resultados conquistados no decorrer da pesquisa, assim como limites, desafios e oportunidades a serem considerados por novos empreendimentos interessados em tal fenômeno.

      2. PROJETO INTEGRADO PIGEC - antes de agosto de 2001

      A proposta do Projeto Integrado insere-se no conjunto de estudos e investigações realizadas desde o início da década de 1990, no âmbito da Rede de Pesquisa FTO (Formação, Trabalho e Organização), que coordeno. O projeto, mesmo em fase de aprovação pelo CNPq, desenvolveu-se através de outros apoios (FAPERGS e PUCRS), intensificando, assim, parcerias em torno desse propósito. Entre as principais iniciativas do PIGEC, encetadas em 1999, destaca-se a realização de intervenções, baseada nos pressupostos da gestão estratégica de competências e formação de cidadania, nas seguintes Organizações:
    - 1999 - Departamento de Ciências Sociais - FFCH / PUCRS.
    - 1999 - Secretaria de Educação de Viamão SME - RS.
    - 2000 - Ensino à distância (EAD) PUCRS.
    - 2000 - Escola Estadual Germano Witrock Canoas, RS.
    - 2001 - Centro de Observação Criminológica - Susepe (Porto Alegre, RS).
    - 2001 - YARGO Suinocultura (Itaqui RS).
    - 2001 - Hospital São Patrício (Itaqui RS).
      3. PROJETO INTEGRADO PIGEC - a partir de agosto de 2001

          3.1 MODALIDADES DE IMPLEMENTAÇÃO DE GESTÃO ESTRATÉGICA DE COMPETÊNCIAS (GEC)

a) Diagnóstico Organizacional através de instrumentos construídos pela equipe de pesquisadores do PIGEC:
    - autodiagnóstico I - inclui os principais indicadores de gestão estratégica de competências, utilizado igualmente para firmar a adesão de organizações a essa proposta;
    - autodiagnóstico II - desdobramento do autodiagnóstico I, utilizado para mapear ações relativas aos tempos: passado, presente e futuro;
    - autodiagnóstico III - desdobramento do autodiagnóstico I, detalhando cada um dos indicadores e respectivas metas já atingidas e a atingir.
b) Etapas da gestão estratégica de competências
    - Mobilização e sensibilização através de palestras, encontros e oficinas.
    - Elaboração, pela organização, do planejamento estratégico.
    - Mapeamento de macro-competências (aplicação de autodiagnósticos).
    - Mapeamento de micro-competências (através de fichas de avaliação de competências).
    - Desenvolvimento de macro-competências (com ações voltadas ao autodiagnóstico II).
    - Desenvolvimento de micro-competências (construção de planos de desenvolvimento de competências).
c) Produtos finais resultantes da implementação da gestão estratégica de competências
    - Banco de capitais
    - Banco de Formação Continuada (palestra, seminário, curso, oficina, grupo de estudo, exposição, estágio, treinamento, teatro, etc.)
    - Banco de Saberes
    - Banco de Referências
    - Banco de Instrumentos
    - Banco de Subsídios
    - Consultoria e Assessoria
d) Monitoramento e avaliação do processo de implementação de gestão estratégica de competências através de assessoria e consultoria às unidades envolvidas em tal processo.

e) Avaliação final.

      4. OBJETIVOS ALCANÇADOS
    - Seleção das unidades pesquisadas: optou-se pelo sistema seletivo que ocorre por adesão das próprias Organizações à proposta do Projeto Integrado.
    - Tipo de planejamento que norteia as organizações escolares e não escolares: instrumentos materializados nos autodiagnósticos I, II e III construídos para tal mensuração;
    - Construção de vários tipos de bancos de dados, através de pesquisa sistemática em busca de subsídios referentes aos suportes epistemológicos, teóricos, metodológicos e temáticos das categorias centrais de análise, privilegiadas neste projeto;
    - Mapeamento das principais iniciativas implementadas pela gestão de competências, responsável por práticas voltadas à formação do cidadão trabalhador nas unidades pesquisadas;
    - Avaliação de organizações a partir de instrumentos associados às modalidades de gestão estratégica de competências;
    - Registro das principais inovações e sua relação com a formação de competências proposta pela organização, mensurável através do instrumento autodiagnóstico II;
    - Todo o processo da pesquisa desenvolvido esteve sempre orientado para a instauração do habitus científico, visando o aprimoramento da formação de jovens pesquisadores. Este foi um dos objetivos atingido de forma extensa, já que a própria Rede de Pesquisa FTO em que se insere tal Projeto Integrado e seus respectivos integrantes empenharam-se na implementação da GEC nessa organização. Foram realizadas reuniões semanais, curso de formação (Agende-se), reuniões individuais, para monitorar a qualidade da produção científica do grupo. Da mesma forma, instrumentos de planejamento foram construídos (cronogramas, planejamentos mensais e anuais) para garantir a introdução de um novo ritmo e um novo olhar sobre as práticas que integram o 'ofício' do pesquisador.
      No quadro, a seguir, apresentam-se esquematicamente os principais objetivos alcançados.
Objetivos alcançados Indicador
- Pesquisadores e jovens pesquisadores organizam-se em torno dos propósitos do Projeto Integrado - agilidade, velocidade, eficiência, cumprimento de prazos, atendimento de demandas referentes ao desenvolvimento de tal Projeto
- Instrumentos de diagnóstico elaborados - autodiagnósticos I, II e III
- Modalidades de implementação de GEC construídas - Conjunto de práticas de formação continuada
- Estratégias identificadas e desenvolvidas para selecionar unidades de pesquisa - Realização da II Jornada com patrocínios e apoios de várias organizações da sociedade civil
- Instrumentos referentes à implementação da GEC testados em Organizações - Relatórios elaborados sobre a implementação da GEC em organizações
- Revisão de literatura (impressa e digital) - Banco de dados - impresso e digital
- Práticas realizadas para desenvolver o habitus científico dos pesquisadores e integrantes de organizações pesquisadas - Cursos de extensão; oficinas; eventos (palestra, jornada, exposição); artigos, capítulos de livros, coletâneas; trabalhos, resumos, posters apresentados em congressos nacionais e internacionais
      5. ALGUMAS DESCOBERTAS

          5.1 - Aspectos técnico-científicos relevantes
    - Fundamentação do processo de formação do cidadão (práticas escolares e não escolares) a partir da epistemologia da complexidade e da teoria do caos, materializadas na gestão estratégica de competências.
    - Formação do cidadão é considerada como processo que se inicia no ato da concepção, desenvolvendo-se no decorrer da existência do ser por toda a vida, até a sua morte.
    - Formação do cidadão envolve processos que visam atingir o ser em sua complexidade, supondo uma gestão igualmente complexa que se sustenta em relações dinâmicas, em torno de uma REDE de relações. Tal empreendimento apóia-se em todo e qualquer tipo de saber, mediado por códigos que caracterizam e distinguem a III. Revolução Industrial e, respectivamente, todas as modalidades de comunicação predominantes no decorrer da evolução da humanidade: oral, escrita e digital.
          5.2 - Inovação experimental

      Pesquisa em ato, apoiada nas perspectivas da "ciência que se faz", em que o conhecimento assume significado quando se materializa em práticas que instigam e rompem o fazer, pautado, em geral, no senso comum. Movimento este que se aplica desde - e a partir - da própria prática dos pesquisadores envolvidos no PIGEC, na medida em que seus espaços de atuação micro e macroorganizacionais constituem os seus próprios objetos de investigação, do mesmo modo como as demais unidades que venham a aderir ao empreendimento do PIGEC, submetendo-as a diagnósticos com vista à implementação de modalidades de gestão, voltadas à formação de competências do cidadão.
      Assim, as relações entre pesquisador e pesquisado tornam-se mais frutíferas porque são mais autênticas, já que se constroem a partir do "faça o que eu faço" superando-se, desse modo, a velha realidade que tem dominado efetivamente as práticas pedagógicas orientadas por posturas que se pautam no "faça o que eu digo e não faça o que eu faço".
      Então, ao se confirmar o postulado defendido por várias teorias e autores de que a formação é um processo que se produz a partir de relações que se estabelecem entre os agentes sociais em torno de situações-problema. Assim, ampliam-se as possibilidades de se instaurar práticas que privilegiam competências e habilidades que fortalecem a complexidade do ser, sua condição de aprendente e sua capacidade auto-organizativa baseada em seus interesses, desafios e necessidades, construídas através do "saber-cuidar" de si, do outro e da natureza, de forma solidária e responsável.

          5.3 Avanços
    - unidades de pesquisa definidas por adesão (II Jornada);
    - implementação do PIGEC apoiada no processo de "pesquisa em ato" em que pesquisadores e pesquisados constituem sujeito e objetos de investigação;
    - lançamento do PIGEC em Evento : II Jornada e exposição interativa da Rede FTO: criando elos, ampliando parcerias;
    - Banco de saberes - reúne conhecimentos gerais dos integrantes de uma organização (cultura, esporte, turismo, culinária, etc.) e os disponibiliza através de vários meios e formas de disseminação.
    - Banco de capitais - reúne capitais intelectuais de uma organização.
    - Banco de subsídios - concentra subsídios teóricos, epistemológicos, filosóficos, metodológicos, através de fichamentos de leituras, transcrição de fitas, seleção de material bibliográfico.
    - Banco de referências - organização, classificação, colocação de etiquetas e digitalização de todas as obras da organização.
    - Banco de formação continuada - aglutina e disponibiliza práticas inovadoras a serem realizadas nas Organizações ao implementarem a GEC.
    - Banco de instrumentos
    • Autodiagnóstico I
    • Autodiagnóstico II
    • Autodiagnóstico III
    • Ficha de avaliação de competências
    • Ficha de plano de desenvolvimento de competências
    • Projeto social
    • Plano de ação (semanal, mensal, bimensal, semestral, anual; tanto individual quanto grupal).
          5.4 Possíveis aplicações com benefício social
    - Superação de desafios organizacionais, através do banco de práticas relacionadas à formação continuada de seus integrantes, envolvendo iniciativas mais complexas.
    - Possibilidades de romper concepções e práticas de formação do cidadão, instauradas em Organizações escolares e não escolares, que passam a se sustentar na perspectiva que concebe o cidadão como um ser complexo, preocupando-se com o desenvolvimento das múltiplas competências do ser humano e não somente as competências técnicas.
    - Propagação de uma epistemologia que humaniza e hominiza o ser humano, ressaltando suas dimensões positivas e propositivas, cuidadoras e criadoras, visando a criação de espaços de trabalho voltados à formação de uma inteligência coletiva, calcada em consciência socialmente responsável.

      6. PESQUISADORES ENVOLVIDOS NO PIGEC

          6.1 Pesquisadores do Rio Grande do Sul

Projeto Coordenação Sub-projeto Equipe Órgão de fomento
PIGEC
Julieta B. R. Desaulniers   Gisela W. Streck (RD)
Antônio Kieling (AT)
Marta Brackman (AT)
Patrícia Nunes (IC)
Plano Sul CNPq FAPERGS
Julieta B. R. Desaulniers Habitus científico e respons. Social André Martins (IC) CNPq PIBIC
Julieta B. R. Desaulniers Saber-cuidar & Solidariedade S. Gabriela Ribeiro (IC) PPPGr/ PUCRS
Julieta B. R. Desaulniers Sensibilidade solidária & Formação & Cidadania Carolina Sudati (IC) FAPERGS
Bettina Stein PI Formação docente para atuar em ambientes informatiz. para aprendizagem 3 professores, 1 informata e 5 bolsistas (PUCRS, UNISC e Universidad de Compostela) UNISC IC

          6.2 Pesquisadores de Santa Catarina
Projeto Coordenação Sub-projeto Eixos temáticos Equipe
PIGEC Dra. Maria Sallet Biembengut Mapeamento
Método para pesquisa Dra. Maria Sallet Biembengut
Análise Hierárquica Dr. Nelson Hein
MODEM - Mapeamento dos Trabalhos de Modelagem Desenvolvidos no Ensino de Matemática: Alfabetização, Criatividade e Ensino e Aprendizagem
Modelação matemática no ensino Renata F. de Carvalo
Zilma de Souza Silva
Salete T. Klein
Rosemar Fiorentin
Enir R. dos Santos
Dolores C. Possamai
Miriam T. M. de Oliveira
Rosana Cislaghi
Rosemari Vieceli
Criatividade nas séries iniciais Dra. Maria Sallet Biembengut (Coord.)
Neyde G. Costa (IC)
Adriana Rocha
Lurdes Bonatti
Alfabetização matemática Dra. Maria Sallet Biembengut (Coord.)
Irene d. A. da Silva
PROQUALI -Qualidade no Ensino Fundamental Planejamento, Gestão, Avaliação e Relações Humanas
Planejamento e gestão Emília M. Vieira (IC)
Marina Cruz Krepshpy
Rosa Naconezy Souza
Silvana S. Schoered
Maria Lúcia A. Alves
Relações humanas - Programa "Salto para o futuro" TEV/MEC UbiratanD'Ámbrozio (SP)
Humberto Maturana (SP)
M. Sallet Biembengut
Maria Helena Lousada
Valdir Nogueira
CIAEM - XI Conferência Interamericana de Educação Matemática
 Planejamento e gestão Dra. Maria Sallet Biembengut
Carolos Vasco (USA)
Alicia Villar (Argentina)
Eduardo Mancera (México)

          6.3 Pesquisadores do Paraná

Projeto Coordenação Sub-projeto Equipe Órgão de fomento
PIGEC Maria Amélia Sabbag Zainko - Gestão Estratégica de Competências e a Formação do Cidadão Trabalhador.
- Gestão Estratégica de Competências e a Formação do Professor
- Núcleo de Educação do Futuro (um labora-tório interinstitucional de formação de recursos humanos)
Sirley Terezinha Filipak
Romilda Teodora Ens
Nara Regina Becker Ploharski
Sueli Therezinha C. Salles
Maria Lourdes Gisi
Mde Fátima Arruda Souza
José Dias Sobrinho (Cosultor)
Lilian Maria Zanon (IC)
Plano Sul CNPq FAPERGS


      7. REFLEXOS NO DESENVOLVIMENTO DO GRUPO DE PESQUISA
    - Articulação de esforços de pesquisadores e equipe, Organizações da sociedade civil e IES, em torno de propósitos comuns voltados à formação do cidadão da Região Sul, através de iniciativas desencadeadas no âmbito acadêmico (extensão, ensino e pesquisa) e em parceria com organizações sociais em geral.
    - Ampliação significativa do número de integrantes do PIGEC, com repercussão direta no processo de formação dos jovens pesquisadores, considerando:
  1. a dimensão do Projeto Integrado - de âmbito regional, com intercâmbios nacional e internacional;
  2. a multiplicidade de áreas do conhecimento dos seus participantes - da comunicação, informática, administração, pedagogia, psicologia à informática;
  3. o ineditismo do edital deste Projeto Integrado que propõe uma estrutura à produção do conhecimento científico pautada na estreita relação entre teoria, método, demandas políticas e práticas sociais emergentes, instigando, desse modo, a busca de laços, elos e parcerias para além do espaço protegido da universidade, onde efetivamente o conhecimento científico realiza seu verdadeiro sentido, demonstrando " a que veio";
  4. as novas posturas que o pesquisador incorpora em suas práticas como agente social de mudança, ao tensionar suas próprias ferramentas de trabalho (teorias) com a dinâmica social em movimento, cada vez mais veloz e mais sedenta de saberes produzidos no âmbito da ciência.
      8. ALGUMAS INTERFERÊNCIAS

      A produção deste tipo de dinâmica de pesquisa é, em vários aspectos, uma grande novidade para a coordenação e para a equipe, o que exige tempo e disposição constantes para se relacionar com o novo e o desconhecido. Isso implicou o desenvolvimento de novas habilidades e competências essenciais para se atingirem os resultados desejados.
      A modalidade das bolsas, como a de Apoio Técnico, em algumas áreas, apresenta algumas dificuldades porque existem poucos candidatos devido às características desse tipo de bolsa, como a de ser graduado e ter um perfil voltado à pesquisa junto a projetos integrados. Todavia, o valor do pagamento oferecido não é compatível com tais exigências, considerando o que é pago pelo mercado em geral.
      A cultura acadêmica continua centrada no ensino, tendo na pesquisa quase um "apêndice" da estrutura universitária. Daí derivam-se algumas dificuldades para o bom andamento de tal tipo de Projeto, desde equipamentos compatíveis e sua manutenção para funcionamento adequado, à disponibilização de espaço físico (sala de reuniões para todos os bolsistas, espaço para cada um trabalhar - uma mesa de trabalho e armário para organizar materiais), até o pronto acesso a canais que possibilitam e/ou garantem visibilidade a tal empreendimento (domínios na web, por exemplo).

      9. TRABALHOS PUBLICADOS E/OU ACEITOS PARA PUBLICAÇÃO

          9.1 Livros publicados

BIEMBENGUT, Sallet. Modelagem Matemática & Implicações no Ensino Aprendizagem de Matemática. Blumenau: Editora da FURB, 2001.
__________ Modelagem Matemática no Ensino. CONTEXTO, 2001.
__________ Modelagem Matemática & Implicações no Ensino Aprendizagem de Matemática. 2. ed. Blumenau: Editora da FURB - (publicação em 2003).
__________ Modelagem Matemática no Ensino. 2. ed. Blumenau: Editora CONTEXTO - (publicação em 2003).
ZAINKO, M. A. S. Metodologias Inovadoras na Ação Docente: Uma Estratégia Política na Formação de Professores. Curitiba : Allgraf Editora, 2002, v.1000. p.134.

          9.2 Livros organizados

DESAULNIERS, J. B. R.(Org.) Fenômeno: uma teia complexa de relações. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2000, v.1. p. 217.
ZAINKO, Maria A. Coletânea de textos sobre Gestão Estratégica de Competências e a formação do Professor. Champagnat, 2002 (no prelo).
ZAINKO, M. A. S., GISI, M. L. Gestão de Competências no Processo de Formação do Professor, 2002.
ZAINKO, M. A. S., EYNG, A. M. Políticas e Gestão da Educação Superior. 1 ed. Curitiba : Champagnat, 2002, v.1000. p.100.
ZAINKO, M. A. S., GISI, M. L. Políticas e Gestão da Educação Superior, 2002.

          9.3 Capítulos de livros

BIEMBENGUT, Maria Sallet. "Modelos, Processos Cognitivos e Educação". In: SOUZA, Osmar de; BOHN, Hilário (Orgs). Faces do saber. Livro I. 2002.
BIEMBENGUT, Maria Sallet. Modelagem Matemática e Conseqüências no Ensino. In: SOUZA, Osmar de; BOHN, Hilário (Orgs.) Faces do saber: desafios à educação do futuro. Livro II.
DESAULNIERS, J. B. R. Conselho tutelar: uma organização emergente In: Conselho Tutelar - Gênese dinâmica e tendências. Canoas : EDIULBRA, 2002.
_______________ Algumas condições de produção do discurso científico In: DESAULNIERS, J. B. R. (Org.) Fenômeno: uma teia complexa de relações. Porto Alegre : EDIPUCRS, 2000.
________________ Formação de competências do pesquisador e demandas socias In: DESAULNIERS, J. B. R. (Org.) Fenômeno: uma teia complexa de relações. Porto Alegre : EDIPUCRS, 2000.
MARQUES, Luciana F. A saúde e a espiritualidade: uma integração necessária na terceira idade. In: TERRA, Newton Luiz e DORNELLES, Beatriz. Envelhecimento bem-sucedido. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2002.
ZAINKO, Maria A. Da necessidade de aplicar as competências desenvolvidas na construção de uma nova prática pedagógica. In: Metodologias inovadoras na Ação Docente: uma estratégia política de formação de professores. Curitiba: Allgraff, PUCPR, CIVITAS FUNDAÇÃO ARAUCÁRIA, 2002.
______________ Avaliação do Projeto Experimental Metodologias Inovadoras na Ação Docente: A Visão dos Alunos. In: Metodologias Inovadoras na Ação Docente: Uma Estratégia Política na Formação de Professores.1, 2002
_____________ Educação Superior, Democracia e Desenvolvimento Humano Sustentável. In: Políticas e Gestão da Educação Superior. Curitiba: Editora Champagnat, 2002.
_____________ Gestão Estratégica de Competências na Formação do Professor. In: Gestão de Competências no Processo de Formação do Professor. Curitiba: Insular, 2002.
_____________ Pontos de vista para uma Política de Educação Superior - Construindo a Nova Universidade. In: Políticas Públicas de Educação Superior: Desafios e Proposições. Brasília: Funadesp, 2002.

          9.4 Artigos em periódicos Internacionais

BIEMBENGUT, Maria Sallet. "La Creatividad en los Grados Iniciales, a partir del arte decorativo". - Venezuela - Revista Pedagógica. 2002.
____________ " Modelo & Proceso Cognitivo" - Venezuela - Revista Paradigma. 2002.
____________ "Modelaje & Etnomatemáticas: puntos (in)comunes". Espanha - Revista Números. 2002.
________ "Modelización Matemática Y Los Desafíos Para Enseñar Matemática".- México - Revista de Educación Matemática. 2002.
ZAINKO, M. A. S. Avaliação Externa da Universidad de Santiago Del Estero. Evaluación Externa - Série. Buenos Aires : CONEAU, v.1, 1999.
ZAINKO, M. A. S., GISI, M. L. A Gestão de Competências: Inovação ou Modismo na Formação de Políticas Públicas?. Journal Of Materials Synthesis And Processing. Curitiba, v.02, n.03, p.33 - 44, 2001.
ZAINKO, M. A. S., PINTO, M. L. A. T., BETTEGA, M. O. P.
A Política de Formação de Professores para a Escola Básica no Brasil: Novos Rumos, Nova Prática?. Revista Diálogo Educacional. Curitiba, v.02, n.04, p.35 - 46, 2001.
ZAINKO, M. A. S. Difusão e impacto das conferências regional e mundial de Educação Superior. Revista Diálogo Educacional. Curitiba, v.2, n.3, p.189 - 193, 2001.
ZAINKO, M. A. S., GISI, M. L Gestão Estratégica de Competências e a Formação do Professor. Revista UNDIME. Rio de Janeiro, v.VII, n.01, p.22 - 33, 2001.

          9.5 Artigos em periódicos nacionais

BIEMBENGUT, Maria Sallet. História do Ensino de Matemática na Engenharia - Revista Fio do Mestrado - FURB - Blumenau.
____________ Avaliação no Processo de Ensino - Revista Dynamis - FURB - Blumenau.
______________ Considerações sobre o Ensino de Matemática na Engenharia do Brasil - Revista de Divulgação Cultural - FURB - Blumenau.
DESAULNIERS, Julieta B. R. Gestão estratégica & formação de competências. Revista, Diálogo Educacional. v. 3, n. 5, Janeiro/abril de 2002, p. 11-22.
_______________ O Tempo na Construção dos Saberes Científicos. Cadernos do Projecto Museológico Sobre Educação e Infância. 2001.
MARQUES, L. F. Anais do I° Congresso da ISMA-BR (International Stress Managment Association), III Fórum Internacional de Qualidade de Vida no Trabalho - "A saúde e o bem-estar espiritual em adultos porto-alegrenses" 06/2001, Porto Alegre-RS.
ZAINKO, Maria A. Dos saberes às competências: o desafio da construção da proposta pedagógica da escola. Revista Avaliação. Ano 6, n. 22, outubro/ dezembro de 2001.
____________ Dos saberes às competências: a construção de um novo processo de formação. Revista Diálogo Educacional, ano3, n. 5, jan./abr. 2002.
____________ Gestão estratégica de Competências na formação do professor: inovação ou modismo? Revista UNDIME, Rio de Janeiro, Fevereiro de 2001.
____________ Avaliação da Proposta de Articulação entre Pós-Graduação e Graduação no Processo de Formação Continuada dos Docentes do Ensino Superior. Revista Avaliação, v.7, n.3, p.207 - 218, 2002.
___________ Dos Saberes às Competências: Construindo um Novo Processo de Formação. Revista Diálogo Educacional, v.3, n.5, p.29 - 48, 2002.

          9.6 Relatórios gerados

ZAINKO, Maria A. Relatório de Pesquisa do Grupo Políticas e Gestão da Educação Superior anos 2001 e 2002.

          9.7 Trabalhos completos publicados em anais

BIEMBENGUT, Maria Sallet. "Modelación Matemática y Consecuencias". In: Anais do III Simpósio de Educación Matemática. Argentina, 2001.
____________ "Modelación Matemática en la Enseñanza de la Ingeniería". In: Anais do III Simpósio de Educación Matemática. Argentina, 2001.
___________ "Avaliação na Educação Matemática". In: Anais do VII Congresso de Educação Matemática. Argentina, 2001.
____________ "Modelagem Matemática: Um caminho para Desenvolver o Talento Criativo". In: Anais do VII Congresso de Educação Matemática. Rio de Janeiro, 2001.
____________ "Modelagem Matemática na Criação de Frangos". In: Anais do VII Congresso de Educação Matemática. Rio de Janeiro, 2001.
___________ "Modelagem Matemática na Análise físico-Química de alguns aspectos do Ribeirão Garcia". In: Anais do VII Congresso de Educação Matemática. Rio de Janeiro, 2001.
___________ "Modelagem & Currículo". In: Anais do II Congresso Nacional de Modelagem Matemática. Itatiba - São Paulo, 2001.
___________ "Perspectivas da Modelagem". In: Anais do II Congresso Nacional de Modelagem Matemática, 2001.
___________ "Modelagem e Aplicações Matemáticas" In: Anais do IV Congresso de Educação Matemática. "Modelagem Matemática na Criação de Frangos". In Anais do VII Congresso de Educação Matemática. Rio de Janeiro, 2001.
___________ "Modelagem Matemática na Análise físico-Química de alguns aspectos do Ribeirão Garcia". In: Anais do VII Congresso de Educação Matemática. Rio de Janeiro, 2001.
__________ "Modelagem & Currículo". In: Anais do II Congresso Nacional de Modelagem Matemática. Itatiba - São Paulo.
____________ "Perspectivas da Modelagem". In: Anais do II Congresso Nacional de Modelagem Matemática.
__________ "Modelagem e Aplicações Matemáticas" In: Anais do IV Congresso de Educação Matemática, 2001.
__________ "A utilização da modelagem matemática e informática para o ensino de ângulos e suas propriedades". In: Anais do IV Simpósio de Educación Matemática. Argentina, 2002.
___________ "Avaliação no processo ensino-apredizagem". In: Anais do IV Simpósio de Educación Matemática. Argentina, 2002.
__________ "Criatividade no ensino de Matemática". In: Anais do IV Simpósio de Educación Matemática. Argentina, 2002.
___________ "La formación del profesor de matemáticas: propuesta versus práctica". In: Anais De la VI Reunión de la didáctica de la Matemática. . Argentina, 2002.
ZAINKO, M. A. S. Identidad Cultural y Integración In: Seminario Los Caminos de La Integración Academica in America Latina, 2001, Montevideo. Anais del seminario Los Caminos de La Integración Académica in América Latina. , 2001, v.01, p.10 - 25.
__________ Auto-Avaliação como Subsídio à Formulação de Políticas de Formação In: Seminário de Pesquisadores em Educação Região Sul, 2000, Porto Alegre. Anais do III Seminário de Pesquisadores em Educação Região Sul. , 2000.
__________ Auto-avaliação do Processo de Formação do Nutricionista no Brasil In: Seminário de Pesquisadores em Educação Região Sul, 2000, Porto Alegre.
Anais do III Seminário de Pesquisadores em Educação Região Sul. , 2000.

          9.8 Trabalhos resumidos publicados em anais

DESAULNIERS, J. B. R. As competências do cidadão digital. In: III Seminário Pesquisa em Educação - Região Sul, 2000, Porto Alegre. Anais do III Seminário Pesquisa em Educação - Região Sul. , 2000.
_________ Prácticas docentes en la era digital In: II Congreso Debates y Utopias, 2000, Buenos Aires. Anales del II congreso debates y utopias, 2000.
____________ The textbook of the digital age: hypertextual, interactive, image-oriented In: XXII International Standing Conference for the History of Education, 2000, Alcalá de Henares. ISCHE XXII Books an Education. Imprenta de la Universidad de Alcalá, 2000. p.65 - 66.
MARQUES, Luciana F. II Congresso da ISMA - BRASIL, IV Fórum Internacional de Qualidade de Vida no Trabalho. "Desenvolvendo a espiritualidade na busca do equilíbrio". 24 e 25 de julho de 2002, Porto Alegre.
STRECK, Gisela I. W. Imagino Deus como um velho que manda em tudo,… ou sobre como adolescentes falam de Deus e de sua religiosidade. In: 54ª Reunião Anual da SBPC, 2002, Goiânia. Anais/Resumos da 54ª Reunião Anual da SBPC (CD ROM). Goiânia: SBPC, 2002.
ZAINKO, M. A. S. Dos saberes às competências: construindo um novo processo de formação In: V Congreso Latinoamericano de Administración de la Educación, 2002, Santiago/Chile. Anais del V Congreso Latinoamericano de Administración de la Educación, 2002.
___________ Difusão e impacto das conferências regionais e mundial de Educação Superior In: Difusión y impacto de las conferencias regionales y mundial de la Educación Superior, 2001, La Plata - Argentina. Informe de Acompanhamento dos resultados da implantação dos termos acordados na Conferencia Mundial de Educação Superior, 2001.
__________ Gestão Estratégica de Competências na Formação do Professor In: Congresso Internacional de Humanidades: Diálogo entre Saberes, 2000, Curitiba.
Anais do I Congresso Internacional de Humanidades: Diálogo entre Saberes. Curitiba: Editora da UFPR, 2000. v.01. p.125.

          9.9 Publicação em jornal de notícias

BRACKMAN, Marta M. "A atual educação está respondendo à formação de cidadãos responsáveis?" JORNAL VERSÃO SEMANAL, Fundação Pro Deo de Comunicação, Porto Alegre, agosto /2002.
STRECK, Gisela I. W. O desenvolvimento da imagem de Deus na infância e adolescência. JORNAL VERSÃO SEMANAL, Fundação Pro Deo de Comunicação, Porto Alegre, 16 a 22 de maio de 2002, Ano VII, p. 11.
__________ A adolescência e os questionamentos a respeito de Deus. JORNAL VERSÃO SEMANAL, Fundação Pro Deo de Comunicação, Porto Alegre, 16 a 22 de maio de 2002, Ano VII, p. 11.
ZAINKO, M. A. S. Educação Superior: projeto estratégico para o Estado. Gazeta do Povo. Curitiba, 2002.

          9.10 Software

ZAINKO, M. A. S. Cd-card do Projeto Núcleo de Educação do Futuro: um laboratório interinstitucional de formação de recursos humanos, 2002.

          9.11 Prêmios e títulos

Homenagem Especial, Universidad de la República / Asociación de Universidades Grupo Montevideo, 2001.



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