Horizontais: |
| 1. | Homem símbolo gaúcho, misto de bravura, fanfarronice, generosidade. Apesar de sentir uma paixão pela vida e seus prazeres, age com conduta ética que o leva, por exemplo, a se posicionar contra os tiranos e a respeitar sua mulher, Bibiana. (Érico Veríssimo) | | 3. | Um certo médico, filho da nobreza da vila de Itaguaí. Depois de internar todos da cidade entrega-se ao estudo e à cura de simesmo. Personagem protagonista do conto "O alienista" de Machado de Assis. | | 5. | Uma boneca de pano feita por tia Nastácia, com seus olhos de retrós preto, e as sobrancelhas tão lá em cima que é ver uma cara de bruxa. (Monteiro Lobato). | | 7. | Suicida-se após a sua esposa, Maria Monforte, ter fugido de casa com o napolitano que acolheu em sua casa. (Eça de Queirós) | | 8. | A virgem dos lábios de mel (José de Alencar) | | 9. | Personagem autor da filosofia que tinha como lema "ao vencedor, as batatas" (Machado de Assis). | | 11. | "Ao verme que primeiro roeu as frias carnes do meu cadáver dedico como saudosa lembrança estas memórias póstumas". (Machado de Assis) | | 14. | Ele passa o dia em busca de dinheiro para pagar a dívida com o leiteiro. Personagem protagonista do livro "Os ratos" de Dyonélio Machado. | | 15. | Deixou sua tribo para viver em defesa de Cecília, que, para ele, era a personificação de Nossa Senhora. (José de Alencar) | | 17. | Esposa de Fabiano, desejava ter uma cama de couro, como a do seu Tomas da bolandeira. (Graciliano Ramos) | | 18. | A heroína escrava, é branca, linda, pura, virginal, possui um caráter nobre e demonstra "conhecer o seu lugar": do princípio ao fim, suporta conformada a perseguição de Leôncio, vilão leviano, devasso e insensível. (Bernardo Guimarães) | | 20. | Viúva ainda jovem, volta a casar com o honesto comerciante Teodoro, mas algum tempo depois passa a sonhar com Vadinho, o marido morto, que lhe aparece exigente de amor. (Jorge Amado) | | 21. | Fora no passado um renomado jagunço, cuja fama, vinda de longa data, ficara pairando sobre uma vasta zona do sertão de Minas Gerais. (Grande sertão: veredas) | | 22. | Funcionário público nacionalista e patriota extremado, exerce a função de subsecretário do Arsenal de Guerra, e usando do direito quelhe confere a Constituição, vem pedir que o Congresso Nacionaldecrete o tupi-guarani, como língua oficial e nacional do povo brasileiro. (Lima Barreto) |
|
Verticais: |
| 2. | "Os vizinhos, que não gostam dos meus hábitos reclusos e calados, deram curso à alcunha, que afinal pegou". Tal alcunha entitula o livro de Machado de Assis | | 4. | Gentil pastora que tem seu "agrado" mais valor que um rebanho e um trono. Seus olhos espalham luz divina, seus cabelos são uns fios d'ouro. (Tomás Antônio de Gonzaga) | | 6. | Moça feia, solitária e morrinhenta, além de ser uma datilógrafa de segunda categoria. Alienada, sonsa, adora ouvir a Rádio Relógio, coleciona pequenos anúncios num álbum e gostaria de ser artista de cinema. Trata-se de uma jovem sem qualquer tipo de vida interior, sem futuro e com um passado inexpressivo. Alcança, com a própria morte, a sua hora de estrela. (Clarice Lispector) | | 7. | Proprietário da fazenda São Bernardo, na obra de Graciliano Ramos. | | 10. | Descobre nas terras de seu pai um índio ferido com quem acaba tendo um filho. Num ataque a sua fazenda é estuprada por bandoleiros e depois da morte de todos os homens da casa ruma para a cidade de Santa Fé. (Érico Veríssimo) | | 12. | "Olhos de ressaca, cigana oblíqua e dissimulada", suspeita-se de sua fidelidade. (Machado de Assis) | | 13. | Na obra de Aluísio Azevedo, é o dono do cortiço. | | 16. | Nasceu "no fundo do mato virgem", é um herói safado, sem nenhum caráter e tão preguiçoso que só falou aos seis anos, exclamando: "Ai, que preguiça!" Sua diversão era decepar cabeças de saúva e tomar banho nu junto com a família e as cunhãs, cujas partes íntimas agradavam muito o herói. (Mário de Andrade) | | 19. | Personagem a qual Carlos Drummond de Andrade evoca no poema "E agora, "..."? A festa acabou a luz apagou o povo sumiu a noite esfriou..." |
|